«As ideias são muito mais poderosas do que as armas. Nós não permitimos que os nossos inimigos tenham armas, porque deveríamos permitir que tenham ideias?»
Estaline
Quase 70 anos depois de morto, Estaline revive de boa saúde nas redes sociais, onde encontrarmos quem lhe teça loas com o mesmo fulgor orgástico de uma Mariana Alcoforado suspirando na cela do Convento de Nossa Senhora da Conceição pelo conde de Saint-Léger.
Não faltam comentários dados à estampa por discípulos espirituais do “Guia Genial dos Povos”, responsável apenas por quatro milhões de condenações políticas – incluindo 800 mil execuções sumárias e cerca de 2,6 milhões de internamentos no Gulag – no seu glorioso consulado de três décadas à frente dos radiosos destinos da União Soviética, farol da Humanidade.
Alguns exemplos:
«Estalinismo é um conceito inventado pela direita e pela esquerda que ataca o leninismo.»
«O grande inimigo da pequena burguesia urbana é o camarada Estaline.»
«Construtor do socialismo, artifice da vitória dos povos na guerra contra o fascismo, defenor da independência e da soberania dos povos, arquitecto do comunismo, o maior defensor da paz e da felicidade do homem.
Hossana, camaradas, Hossana. A memória gloriosa do grande Estaline, pai dos povos e libertador de nações, permanecerá eternamente viva no coração dos verdadeiros comunistas.
Em Portugal também.


Eles andam por aí e dizem-se os verdadeiros democratas!
Bebem da sabedoria do mestre.
Começando pela que exponho em epígrafe.
Bom dia Pedro Correia
Democrata dos “7 costados” e que, segundo consta, ponderava as coisas em termos de “quantas divisões?”
Bom S. João
António Cabral
Esse mesmo. O tal que dizia que a vida humana era o problema. Extinta a vida, extinguia-se o problema.
Um poço de sabedoria.
Solucionou muitos “problemas” pondo em prática esta teoria.
Agradeço e retribuo, caro António Cabral.
Defenor da independência, não; defensor, sim. Convém corrigir, parece-me.
Transcrevi como está, sem corrigir gralhas estalinistas.
Sendo assim, aqui está quem não falou.
Ipsis verbis (como não diria Estaline).
De onde foram retirados os exemplos?
Em rigor, dever-se-ia indicar a fonte.
Comece você por indicar nome e apelido, Luís Lavoura. Em rigor.
E fala você do Estaline, da maneira como você trata aqui a classe operária, não sei não…
Lavoura não é da classe operária: é da classe parasitária.
Parasita trinta e cinco blogues por dia. De segunda a sexta, entre as 9.15 e as 16.45.
Se calhar o sr º Carlos Sousa acha que a série lavouradas da semana é ficção.
Essa série vai regressar, correspondendo ao pedido insistente de vários leitores.
Então se há fake news também pode haver Lavoura news de origem Nacional. Isso é que é ser patriótico e de esquerda.
Lavoura já merece condecoração do DELITO no Dia do Blogue.
Será agraciado, como merece.
Deixe lá as news e concentre-se nas “narrativas”.
entre as 9.15 e as 16.45.
Parece-me um intervalo de tempo demasiadamente grande só para estar a beber café, mas olha são bem meninos para isso.
Inclui intervalo de hora e meia para dar à mandíbula, claro.
É o que está a dar, e vende-se bem.
Vende-se bem e prepara o caminho para o início de Setembro, que já ninguém se lembra das festas dos santos populares.
Fala-se no Estaline e aparece logo este, como o cão do Pavlov.
Ao idiota das 12.53: comentário remetido ao destino apropriado, a ETAR. Nem li até ao fim.
Devia de ser uma ideia poderosa.
Mal-cheirosa, atendendo ao local para onde foi remetida.
Parece que a Russia terá proposto a troca de mercenários capturados por Julian Assande.
Se Assange tivesse divulgado segredos russos já estava a fazer tijolo há muito tempo.