
O secretário-geral do PS diz uma coisa, eles titulam outra. Oposta. E assim ficou, enfeitando o ecrã, durante cerca de cinco minutos.
A colagem ao Chega parece tão grande, também neste canal, que já confundem eventuais desejos com a realidade. Não tarda muito, Ventura concede-lhes outra entrevista “exclusiva”. Amor com amor se paga.
Entretanto, que tal “poligrafarem” isto?

Realmente que petulância, fazerem isto ao PS (logo ao PS) que tantas razões de queixa tem do jornalismo e comentariado nacionais, uma verdadeira vítima, coitadinho 😂😅
Agora fora de brincadeiras isto é um péssimo serviço aos portugueses e apenas serve para descridibilizar ainda mais os meios de CS tradicionais.
Não sei onde acaba a negligência e começa o activismo, ou vice-versa.
Haverá porventura uma terceira hipótese, mas não vislumbro qual seja.
Vou pela negligência.
Para activismo é retorcido e demasiado exigente aos miolos do espectador, que teria que solucionar uma primeira adivinha para adivinhar a seguir o que vai fazer o Carneiro: “Se não se vai abster nem votar contra, vai…? Vai…?”
Mas sempre lhe digo que a tal coisa que o Carneiro disse também precisa de um bocado de hermenêutica, não se vai lá à primeira. É capaz de ser também por isso que o “legendas” se baralhou todo.
Terá sido algo misto. Neglivismo. Ou activigência.
Mas concedo: Carneiro, fiel à sua imagem de marca, não foi brilhante. É, aliás, um problema sério neste PS: o próprio Brilhante jamais brilha.