O fantasma de Mozart apareceu um dia a Schubert. Ambos falavam alemão, mas apesar disso cada um entendia o que o outro dizia. E ao cabo de algumas horas de boa conversa, Wolfgang perguntou ao colega:
“Não tenho mãos para o fazer eu mesmo; escreverias uma sinfonia por mim?”
Soubesse Schubert que morreria ainda mais novo do que Mozart e talvez não tivesse dito que sim.

Muito bem visto, herr Flagge.
🙂
Danke schön, fräulein Anna!
Serão entregues.
(Eu nem sabia que Schubert tinha uma quinta.)