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Só quase falta mesmo o “não” a Lisboa, em português no cartaz. Estes ‘democratas’ que têm medo de ouvir um não, sabem muito… E mesmo que tivessem cá feito o referendo, aplicar-nos-iam a mesma receita da Irlanda: fariam tantas votações quantas as necessárias para ouvirem o desejado ‘sim’. Democracias è Sec. XXI, que havemos de fazer?
Infelizmente é assim, Luís, mas esta história de repetir o referendo é/foi um bocado ridícula.
Eu não penso apenas que “esta história de repetir o referendo foi um bocado ridícula”. Eu acho que essa atitude só pode ser considerada absoluta e definitivamente ridícula.
Pois, mas conseguiram o que queriam.
Toma e embrulha! 🙂
Mais nada! 🙂
(ai o ponto de exclamação ;-))
Lol! 🙂
(ai o ponto de exclamação, ai o lol, ai a bonecada…)
Ai ai 😉
Posso, Leonor e Ana?
Mainada!!!!
Balhamedeus!
:)))))
Tal-qualmente.
Ora bem.
O título do post tem um “Engenheiro” a mais, não?
Acho eu que devia ter mas na verdade o homem é engenheiro.
Convenientemente, a universidade que o podia garantir já nem existe. Mas não tem qualquer importância. Engenheiro é talvez parte do nome. Ou alcunha que lhe ficou. Hehe…
“o homem é engenheiro”
Como assim? V. falou com a Ordem dos Engenheiros e disseram-lhe isso, foi?
Foi, claro, aliás nem poderia publicar isto se não tivesse feito uma consulta à Ordem dos Engenheiros mas pronto, o Sócrates é licenciado em Engenharia. Está melhor assim ou devo fazer alguma consulta posterior ou alterar o título do post? Haja paciência.
“o Sócrates é licenciado em Engenharia”
Tem a certeza? (Já que paciência, pelos vistos, não tem…).
A minha paciência depende sempre do interlocutor.
Um licenciado em Direito é advogado?
Um licenciado em Relações Internacionais é diplomata?
Um licenciado em Arquitectura é arquitecto?
Um licenciado em Farmácia é farmacêutico?
Aquilo foi um referendo?
Foi um referendo pelo que sei.
Leonor
À atenção do Eng. Sócrates e de mais uns quantos. 009/06/eleicoes-para-o-parlamento-europe u-para_3622.html
“… Converteram em acto de coragem o agir contra a opinião pública. As eleições para aprovar tratados repetem-se em cada Estado-Membro, quantas vezes for necessário, até obter o resultado desejado. E assim se esvazia a Europa de sentido…”
Copiei isto daqui: http://gril-grupodereflexao.blogspot.com/2
Independentemente de se concordar ou não com o Tratado de Lisboa, não tem sentido repetir um referendo apenas porque o resultado foi desfavorável.
E se a Republica Checa rejeitar, o Durão e o Barroso, mais a Ângela e a Merkl, e por aí adiante, vão lá e obrigam a mudar o governo. A democracia é assim mesmo… desde que aprenderam com o Bush, se não vai a bem, vai a mal.
Muito democrático, de facto, Carlos.