À atenção do Engenheiro Sócrates


Leonor Barros,

 

25 comentários em “À atenção do Engenheiro Sócrates”

  1. Só quase falta mesmo o “não” a Lisboa, em português no cartaz. Estes ‘democratas’ que têm medo de ouvir um não, sabem muito… E mesmo que tivessem cá feito o referendo, aplicar-nos-iam a mesma receita da Irlanda: fariam tantas votações quantas as necessárias para ouvirem o desejado ‘sim’. Democracias è Sec. XXI, que havemos de fazer?

      1. Eu não penso apenas que “esta história de repetir o referendo foi um bocado ridícula”. Eu acho que essa atitude só pode ser considerada absoluta e definitivamente ridícula.

      1. Convenientemente, a universidade que o podia garantir já nem existe. Mas não tem qualquer importância. Engenheiro é talvez parte do nome. Ou alcunha que lhe ficou. Hehe…

        1. Foi, claro, aliás nem poderia publicar isto se não tivesse feito uma consulta à Ordem dos Engenheiros mas pronto, o Sócrates é licenciado em Engenharia. Está melhor assim ou devo fazer alguma consulta posterior ou alterar o título do post? Haja paciência.

          1. “o Sócrates é licenciado em Engenharia”

            Tem a certeza? (Já que paciência, pelos vistos, não tem…).

          2. Um licenciado em Direito é advogado?
            Um licenciado em Relações Internacionais é diplomata?
            Um licenciado em Arquitectura é arquitecto?
            Um licenciado em Farmácia é farmacêutico?

  2. Leonor

    À atenção do Eng. Sócrates e de mais uns quantos.
    “… Converteram em acto de coragem o agir contra a opinião pública. As eleições para aprovar tratados repetem-se em cada Estado-Membro, quantas vezes for necessário, até obter o resultado desejado. E assim se esvazia a Europa de sentido…”
    Copiei isto daqui: http://gril-grupodereflexao.blogspot.com/2009/06/eleicoes-para-o-parlamento-europeu-para_3622.html

  3. E se a Republica Checa rejeitar, o Durão e o Barroso, mais a Ângela e a Merkl, e por aí adiante, vão lá e obrigam a mudar o governo. A democracia é assim mesmo… desde que aprenderam com o Bush, se não vai a bem, vai a mal.

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