Julgo que o facto de se achar que a homossexualidade "não é normal" não implica que se conclua que um homossexual não tem capacidade para "providenciar a formação das crianças".
Veja-se o caso dos padres: ninguém pode achar "normal" que um ser humano adulto e livre faça votos de celibato e abstinência. "Normal" não é de certezinha. E, no entanto, entregamos com gosto a educação dos nossos filhos a essas pessoas. Fazemos mal?

Seguindo o mesmo raciocínio de D. José acho que sim, anda por lá muito pedófilo…Será normal?
Não é, de certeza. Eu própria hoje acordei com um ataque de anormalidade…
Olá, Cristina. Os cardeais deviam perder esta mania que têm agora de irem falar com a Fátima Campos Ferreira ao casino da Figueira da Foz. Quando lá vão, produzem declarações muito pouco ou nada «católicas».
De facto, Pedro, não deixa de ser irónica a forma como todos tropeçam em Fátima…
Mas ainda há quem confie os filhos a essas pessoas??
Claro que há, não é? Não tomemos a parte pelo todo. A Igreja ainda é a instituição que mais desenvolve acção social de indiscutível mérito nas mais diversas áreas, sobrepondo-se amplamente às próprias obrigações do Estado.
O resto, aquilo que é profundamente lamentável e condenável a todos os títulos e que nunca devia existir, não deixa de ser a parte menor, certo?
Mas eu nem falava por essa “parte menor” dos padres depravados, pedófilos e afins. Isso também se encontra nas escolas laicas, públicas ou privadas.
Falava por causa da mentalidade retrógrada que têm e dos “valores” que incutem nas crianças!
Certo, meu caro. Os valores, quando o são, nunca fizeram mal a ninguém. Já quanto a mentalidades, também não podemos fingir que não vemos tudo e ficar a olhar só para o que nos convém num dado momento. O Estado demite-se de muitas obrigações sociais e a Igreja substitui-o com mérito e indesmentível vantagem (e sem olhar a credos). Sem embargo do que diz e sem o contrariar, quis apenas lembrar que há mais árvores na floresta. Apenas isso.
Claro que sim. O ensino é barato e cheio de boas intenções. Em alguns casos é até bom. Não podemos desperdiçar isso.
Interessante reflexão. Se não se importar, vou “roubar-lhe” uma das ideias aqui expressas para o meu blog; isto com a devido link para aqui.
Be my guest.
Os cardeais deviam abster-se de falar daquilo que (aparentemente) não sabem. Anormal, na posição da Igreja é, quanto a mim, este amor de perdição pela Figueira da Foz. Será que andam atrás de um jackpot, ou o facto de a Campos Ferreira lá estar ser uma óptima câmara de eco?
Lá terão as suas razões. Não é certamente por acaso que a igreja católica conta com dois mil anos de existência. Quero eu dizer, andam cá há muito tempo…
Depois voltem a dizer que a Igreja não põe os pés na terra. Bem… na terra talvez não… mas em lugares de perdição tipo casinos… Andarão a tentar a sorte para recriar o Banco Ambrosiano? Com a banca mundana em crise, nunca se sabe.
E as freiras? Ninguém fala das freiras?
Quais? Freira de Carcavelos? Freira da Ladra? A ASAE anda de olho nelas…
Bela forma de expôr a questão… obrigada. Quando falo sobre este assunto fico com a sensação de que falo para cegos e surdos. Abraço
Na verdade, penso que este vício das frequentes idas ao Casino, não se está a revelar lá muito bom.
E em vez de fazerem o desejado “pleno”, estes senhores estão a arriscar-se cada vez mais a levar um tiro pela culatra da roleta, mas da “Roleta Russa”, está claro…