Desta feita, chegou-me do João Severino e lá terá de ser: seis particularidades que revejo todas as manhãs ao espelho.
1. Sou fã dos Açores.
2. Perco-me em dois tipos de comércio: antiguidades (só velharias e bric-a-brac já servem) e alfarrábios.
3. Nunca desisto de casar: vou sempre casando (com pessoas de sexo diferente).
4. Tenho pouca (ou nenhuma) paciência para interlocutores estúpidos.
5. Sou louco por carros clássicos e gostava de ser rico para comprovar o tamanho dessa loucura.
6. Cultivo uma dúvida: não sei se gosto mais de ler ou de escrever (além de viajar).
Foi mais fácil do que pensava (e consegui não dizer que sou um chato). Está na hora de passar a palavra (e a corrente)para: Cristina Ferreira de Almeida, Duarte Calvão, Francisco Almeida Leite, J.M. Coutinho Ribeiro, João Villalobos e Marta Caires.

Parece-me tudo muito interessante, João. Da próxima vez que pensar casar, acho que me candidato! 😉
Pensar, pensar, penso sempre. Penso sempre, mas acho que não penso muito, como é óbvio!
Pode ir embalando o seu enxoval, Ana. Mesmo sem enxoval, não importa: também se aceita…
Combinado. Vou já começar a bordar os monogramas…
Monogramas é que não. Faça já duogramas. O meu é J…
Duogramas serão, mas com separação de linhas… e nada de muito rococó, que o casamento não é gay. 🙂
Credo!
Excelente, João.
Tenho uma dúvida: onde guardavas a colecção dos clássicos? Duvido que tivesses algum local seguro que impedisse que eu te a roubasse… 🙂
Face ao que dizes, o modo mais óbvio seria também o mais seguro: pedia-te que a guardasses…
Caro João, tenho dificuldade em aceitar o repto. O único pensamento que me ocorre diariamente é “pensava que era mais nova”
É um belo pensamento que convém decorar para nunca se esquecer. Escreva-o seis vezes.
Bem, bem João… Eu que não tinha dado por este repto, mas vou pensar em seis coisas que vejo além da imagem desfocada de um míope antes das lentes de contacto.
Que susto. De repente, pareceu-me ser Dias Loureiro, por causa da vista cansada: quanto mais perto, menos vê…