A face do falhanço


Paulo Sousa,

falanco ps.jpeg

Segundo publicação do próprio PS, António Costa anunciou a mensagem acima indicada. Após milhares de milhões de donativos europeus e de o PS estar à frente do governo da nação durante 19 dos últimos 25 anos, se vergonha fosse alguma coisa do que tivessem, nunca se atreveriam a anunciar o que não passa da confirmação de um redondo falanço, ainda por cima seguido de um Cumprimos!

Desde que o PS está à frente do país fomos ultrapassados por 11 países europeus, 43% dos portugeses são pobres antes das transferências sociais e 20% após estes.

É demasiado triste.

13 comentários em “A face do falhanço”

  1. Estava a ver que ninguém notava!!!

    Milhões de pobres, sistemas nacionais de saúde para pobres, escolas públicas, transportes baratos, bicicletas, ruas fechadas ao trânsito (tirando parques de estacionamento com toldos para funcionários públicos), habitantes corridos das cidades para fazer hotéis, etc, etc, etc. Tudo desenhado para que os pobres não sofram. Só sucessos dos quais nos devemos orgulhar.

  2. 21 de Fevereiro de 2014
    ” A vida das pessoas não está melhor mas o país está muito melhor. “

    Luís Montenegro na véspera do 35° congresso do PSD.
    Isto não é demasiado triste isto é gozar com as pessoas.

  3. O pm da Suécia ensinava ao Otelo que na Suécia queriam acabar com os pobre e não com os ricos. Por cá o objectivo continua a ser aumentar o número de pobres e subsidio dependentes do estado. E ainda se gabam.

  4. É sem dúvida triste que pessoas em Portugal não tenham dinheiro suficiente para comer, devido ao aumento brusco do custo da comida.
    Mas parece que em países como a Inglaterra e a Polónia também haverá em breve pessoas que não terão dinheiro suficiente para aquecer as suas casas (o que nesses países é quase tão essencial como comer), devido ao aumento brusco do custo da energia.
    Portugal não é assim um caso tão excecional. E mesmo países supostamente ricos terão problemas análogos.

    1. Mas temos uma péssima ortografia — coisa que nem a Polónia nem a Inglaterra têm.

      Os socialistas foram sempre pródigos a comparar as misérias cá do burgo com o velhinho “mas lá fora também é assim”.

      Isso de desculpar a incapacidade absoluta de um governo para gerar riqueza com o aumento dos custos de “contexto internacional”… só acredita quem é deficiente dos cornos.

      Pelos vistos há muitos deficientes dos cornos cá. Mas olha lá fora não.

    2. Quando as fábricas começarem a fechar por falta de energia (e barata) e os serviços públicos também lavoura eu quero ver quantos comitês é que vão criar ou ONG.
      Eu penso que as pessoas ainda não se aperceberam bem do que aí vem mas quem avisou que não se podia confiar na Rússia (e na China) que levante agora a mão.

  5. Vocemessê acreditou nele? Eu nunca.
    É bom a vender banha da cobra. Já tem promessas para 2050. Um grande futurólogo.

  6. O rebanho nem tuge nem muge”…
    Em 2017 ( fogos devastadores e comportamento dos “responsáveis” políticos perante a tragédia ) ficou tristemente demonstrado o grau de cidadania e sentido ético de grande parte do Povo que somos.
    Insisto, não são “eles” – somos nós, infelizmente.
    JSP

  7. O PIB per capita dos países da UE tem sido liderado desde 1986 a 2001 por Luxemburgo, Dinamarca e Países Baixos e partir 2001 entrou a Irlanda para os três primeiros, a uma boa distância dos restantes. Será que oposição a governos dos outros países, p.ex. a Alemanha ou a França também se manifestam ‘até o Luxemburgo e Irlanda estão à nossa frente’.? E por que os antigos países do leste haveriam de estar atrás de nós? Afinal é por escolha económica governamental ou pela riqueza de cada próprio país? E porque não poderão todos os países da UE ser como o Luxemburgo e a Irlanda ?

    1. E porque a pergunta em relação aos outros países da UE, é porque razão eles se desenvolvem e criam riqueza e vão melhorando as condições de vida dos seus habitantes, e a pergunta em relação ao nosso país, é porque razão não descolamos desse honroso lugar da cauda e cada vez mais nos afundamos na pobreza. E em vez de isso nos interpelar e afrontar, envergonhar, até, é com resignação que somamos cada vez mais pobres e nos satisfazemos por lhes garantir, caridosamente, os mínimos olímpicos de sobrevivência. É o grande feito que o país apresenta.
      Se no Antigo Regime, de má memória, a nossa imagem de marca era o “Portugal dos Pequeninos”, na República Socialista de hoje somos o “Portugal dos Pobrezinhos”.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *