“A Filha do Edil”


jpt,

safe_image.jpg

Aqui de Nenhures ocorre-me, em versão corporativa: é sempre agradável ver uma antropóloga contratada por uma instância estatal… Ou, se mais literato, ocorre-me: “A Filha do Edil” daria um bom título para uma noveleta… Ou ainda, numa abordagem mais comparativa (antropológica, por assim dizer): eis a Rita Rato de Setúbal.

6 comentários em ““A Filha do Edil””

  1. Temos trezentos e tal municípios. Isto não se repetirá em todos, mas o sistema operativo dos municípios é muito tolerante com estas paroqualidades. Não fosse o caso dos espiões ao serviço de Putin infiltrados em Setúbal e esta filha do edil lá continuava no seu confortável anonimato.

  2. Setúbal é o que está a dar, está na moda inverno-primavera-verão.
    Mas, só Setúbal é que tem destas modas, outras cidades, vilas e aldeias vestem-se sempre com a mesma roupa caseira e ninguém repare ou não interessa comentar.
    Até parece reparos da D, Zefa a comentar com a Graciete, que nem tinha tempo para ir comprar pão.

  3. Ah!…os sempiternos valores “familiares” do torrâozinho de açúcar…
    Quanto à rita rato ( Gulag, anyone? ) a coisa roça o obsceno – mas, tirando um ou dois caturras, o redil e o rebanho não se sobressaltam com frioleiras destas – pricipalmente se não passam no esgoto telivisivo…
    Basta ver quem faz de insigne ministro das finanças…
    Como dizia o outro, ” Isto anda tudo ligado”…
    JSP

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *