
Aqui de Nenhures ocorre-me, em versão corporativa: é sempre agradável ver uma antropóloga contratada por uma instância estatal… Ou, se mais literato, ocorre-me: “A Filha do Edil” daria um bom título para uma noveleta… Ou ainda, numa abordagem mais comparativa (antropológica, por assim dizer): eis a Rita Rato de Setúbal.

A senhora tem um filho para criar, precisa bem de um emprego estável.
Temos trezentos e tal municípios. Isto não se repetirá em todos, mas o sistema operativo dos municípios é muito tolerante com estas paroqualidades. Não fosse o caso dos espiões ao serviço de Putin infiltrados em Setúbal e esta filha do edil lá continuava no seu confortável anonimato.
ratos vorazes não faltam na política do pcp e não só
Setúbal é o que está a dar, está na moda inverno-primavera-verão.
Mas, só Setúbal é que tem destas modas, outras cidades, vilas e aldeias vestem-se sempre com a mesma roupa caseira e ninguém repare ou não interessa comentar.
Até parece reparos da D, Zefa a comentar com a Graciete, que nem tinha tempo para ir comprar pão.
Ah!…os sempiternos valores “familiares” do torrâozinho de açúcar…
Quanto à rita rato ( Gulag, anyone? ) a coisa roça o obsceno – mas, tirando um ou dois caturras, o redil e o rebanho não se sobressaltam com frioleiras destas – pricipalmente se não passam no esgoto telivisivo…
Basta ver quem faz de insigne ministro das finanças…
Como dizia o outro, ” Isto anda tudo ligado”…
JSP
No fundo as pessoas não sabem o que os pecês são. Ficam sempre surpreendidos com estas coisas.