A grande dúvida


Carlos Barbosa de Oliveira,

Gostava de perceber o que me faz mais comichão quando vejo José Sócrates. Será o  ar de superioridade de quem está a falar para um povo ignorante que ele vai  salvar? O ar de triunfalismo e desdém com que refuta as críticas? Ou será aquele sorriso irónico com que se afivela  na AR quando algum deputado da oposição o questiona apontando verdades incómodas?

Ajudem-me, por favor, antes que tenha de recorrer à psicanálise!

 

7 comentários em “A grande dúvida”

  1. Tudo o que sobe desce.
    O tempo do ‘mea culpa’ há-de chegar.
    Espero.
    E para bem dele, também.
    Como alguém escreveu: “temo pelos corações cumulados”.

  2. Eu também tenho total e completa intolerância a esse figurão… causa-me náuseas. Por isso, evito cuidadosamente qualquer tipo de exposição a todo o tipo de manifestações da criatura. Consigo não o ver, não o ouvir nem o sentir de forma directa. É por causa disso, que agradeço muito ao Carlos e a alguns outros vizinhos do “blogobairro ” que me fazem chegar os ecos (mas muito atenuados) das representações do dito. Infelizmente, as consequências desastrosas daquilo que ele e os figurões que tem com ele vão fazendo, não as posso ignorar. Entram-me todos os dias pelos olhos, pelo nariz, pelos ouvidos, pelos poros, por todos os sentidos.

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