… vista e divulgada por algumas agências noticiosas internacionais: quatro imagens da Reuters, duas da Associated Press e duas da Environmental Protection Agency (EPA).
Um registo que impressiona e nos toca. Mesmo aqueles que não têm a sorte de conhecer a belíssima ilha.









É como dizes, compadre: mesmo quem não conhece fica impressionado com estas imagens devastadoras. Quem – como nós – conhece bem a Madeira, e sobretudo o Funchal, fica naturalmente mais chocado ainda.
É realmente triste, compadre.
Estive no Funchal há duas semanas… estou ainda mais impressionada por isso. Que tristeza.
Mesmo muito triste, Ana.
Uma tragédia, uma desolação imensa. Fui à Madeira pela primeira vez em 1995. Voltei no final do ano passado, e admirei o elevadíssimo esforço que se fez para tornar a ilha «transitável». Em 1995, andar naquelas estradas metia medo. Independentemente da opinião que se tenha da generalidade da classe política madeirense e dos impropérios com que, volta e meia, nos mimoseiam, os madeirenses são, inegavelmente, gente de coragem, porque é preciso muita coragem para viver naquela ilha muito bela mas muito difícil.
Fiquei desolada.
Só podemos lastimar o que está a passar-se lá desde ontem, Nicolina.
João, são imagens medonhas, estou tristíssima…Ontem enviei-lhe um email (não estava capaz de comentar fosse o que fosse) por saber que, tal como eu, está ligado à Madeira. Dos meus amigos sei que estão bem, não sofreram danos de maior. Com os seus, João, espero, sinceramente que o mesmo se passe… Estou muito abalada, que coisa horrível – fez-me reviver a tragédia de 31 de Outubro de 1997 ocorrida na freguesia de Ribeira Quente, Ilha de S.Miguel – estou solidária na dor dos familiares das vítimas e de os madeirenses em geral.
Tenho todos bem por lá, Maria, e agradeço o seu ‘e-mail’, só que ainda não fui abri-lo.
As imagens são medonhas e nem chegam a ilustrar o que por lá vai, infelizmente.
Conheço mal a Madeira, mas melhor o Funchal. Estou, como penso que estará toda a gente, completamente incrédula na imensa destruição em tão poucas horas. Espero sinceramente que este nosso “jardim” volte a erguer-se o mais rapidamente possível dos escombros.
Oxalá, porque bem merece.