Aceitam-se apostas


Teresa Ribeiro,

Se se considerar como lícita a viabilização do outlet, mesmo com eventuais subornos ou influências, os crimes de corrupção e tráfico de influências já prescreveram. O prazo apenas aumenta se o acto for considerado "ilícito" – leiam mais aqui. E depois tentem adivinhar qual vai ser o desfecho deste caso.

4 comentários em “Aceitam-se apostas”

  1. Não se passou nada de reprovável em Alcochete. O senhor Professor Diogo Freitas do Amaral, indicado pelo PS para novo Provedor de Justiça e futuro cabeça de lista do PS às eleições europeias, já veio dizer que não se registaram ilegalidades no impropriamente chamado «caso Freeport».

  2. De acordo com a notícia publicada na sua fonte (DN),
    “apenas eventuais crimes de participação económica em negócio poderão ser investigados, já que o prazo de prescrição é de 10 anos.”

    Por outras palavras: se for lícito, nada feito, se for ilícito, também já não falta muito tempo para não haver nada a fazer. É só esperar mais 3 aninhos e, como sabemos, isso são “trocos” para os prazos da justiça portuguesa. Uma coisa só me parece que a maioria dos portugueses ainda não percebeu: todos estes processos que não dão em nada e não vão a lado nenhum, custam a todos nós, contribuintes, milhões de euros por ano. Dinheiro deitado ao lixo, portanto, num país que, além de necessitar urgentemente de ter uma justiça eficaz e confiável, devia também contabilizar, até ao cêntimo, todo o dinheiro gasto. E neste caso, não estamos a falar de gastar dinheiro, estamos a falar de deitar dinheiro fora, o que é algo bem diferente…

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