A homofonia proporcionada pelo imbecis que pariram o AO90 ocorre agora em palavras como recepção (que passou a escrever-se “receção” apenas no Portugal acordístico) e recessão. Não admira que a “iliteracia” ande por aí, em galope cada vez mais rápido.
Como está a ser feita uma pergunta, nesse caso não sabe é pronunciar? Correcta e correta diz-se da mesma maneira. Já arquitecta, pode muito bem acontecer o Gabinete de Arquitetas, e aparecer o ‘vou na direção do Gabinete das Arquitetas? (pronunciado arquitêtas).
Não se trata de ser gago, mas sim não ler o c no correcto. Será assim tão difícil perceber que no exemplo correcto / correto o burro pronuncia da mesma maneira as duas palavras.
Aquele “C” não se lê, e no entanto, “correto” e “correcto” lêem-se de maneira diferente. No primeiro caso o “E” é uma vogal tónica fechada e no segundo caso é aberta. Ou seja, o “E” de “correto” lê-se “Ê” mas o “E” de “correcto” lê-se “É”. Aliás, a única função desse “C” é precisamente abrir a vogal que o precede, não é para ser lido. Portanto não podemos ler da mesma maneira estas duas palavras (correto e correcto), tal como não lemos da mesma maneira “espetador” (espetar o garfo na batata) e espectador (de uma peça de teatro).
Em Alcochete, (fruto de uma guerra antiga com o Montijo por causa do comboio) quando se perguntava onde era a estação a resposta era invariavelmente: “Vá em frente e onde bater com os Cornos, é aí”
Cheiram muito a bafio os povos de Inglaterra, França e Alemanha: pharmacy, pharmacie, Pharmazie (ramo da medicina). Os cheirosos somos nós. Ah, e é “pharmacia”, sem acento.
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Está preocupado com o sentido?
Deixe lá, todos os caminhos levam a Roma.
Roma sem curvas perderia grande parte do seu charme.
Parece-me que a conceção do AO foi uma grande concessão ao mau gosto
A homofonia proporcionada pelo imbecis que pariram o AO90 ocorre agora em palavras como recepção (que passou a escrever-se “receção” apenas no Portugal acordístico) e recessão.
Não admira que a “iliteracia” ande por aí, em galope cada vez mais rápido.
Como está a ser feita uma pergunta, nesse caso não sabe é pronunciar?
Correcta e correta diz-se da mesma maneira.
Já arquitecta, pode muito bem acontecer o Gabinete de Arquitetas, e aparecer o ‘vou na direção do Gabinete das Arquitetas? (pronunciado arquitêtas).
Arqui-teta também há-de passar por cá.
Talvez numa sexta-feira.
Se é burrográfico é burro a escrever.
Correcto ou correto nem numa sexta-feira se nota, e se disser ‘corre c to’ está a ser burro a dizer.
Não sei se está a ser burro, mas está a ser gago.
Também há os gagos da escrita. Aliás são cada vez mais.
Não se trata de ser gago, mas sim não ler o c no correcto.
Será assim tão difícil perceber que no exemplo correcto / correto o burro pronuncia da mesma maneira as duas palavras.
O burro não pronuncia: zurra.
Aquele “C” não se lê, e no entanto, “correto” e “correcto” lêem-se de maneira diferente. No primeiro caso o “E” é uma vogal tónica fechada e no segundo caso é aberta. Ou seja, o “E” de “correto” lê-se “Ê” mas o “E” de “correcto” lê-se “É”. Aliás, a única função desse “C” é precisamente abrir a vogal que o precede, não é para ser lido.
Portanto não podemos ler da mesma maneira estas duas palavras (correto e correcto), tal como não lemos da mesma maneira “espetador” (espetar o garfo na batata) e espectador (de uma peça de teatro).
Claro. O C que menciona tem valor diacrónico. É, portanto, uma falsa “consoante muda”.
Continuo a escrever correcta, ainda que o portátil me diga que está incorrecto.
Esse portátil que gosta de mutilar palavras está a pedir reciclagem. Talvez nas “Novas Oportunidades”.
:)))
Nas opções do Word dá para seleccionar a verificação ortográfica pelo português pré-AO90. Felizmente! 😉
Tenho a minha sempre acCionada.
Experimente cortar menos cebola. Evita muitas lágrimas.
Em Alcochete, (fruto de uma guerra antiga com o Montijo por causa do comboio) quando se perguntava onde era a estação a resposta era invariavelmente:
“Vá em frente e onde bater com os Cornos, é aí”
Dantes era por causa do comboio, agora é por causa do aeroporto.
Certas coisas nunca mudam.
Que cheiro a bafio… Vai à pharmácia comprar alguma coisa para ver se isso passa…
Já faltava um zurro em louvor do burrográfico.
Assim faz mais sentido.
Argumento burrográfico, sem tirar nem pôr.
Preenche a quota jumêntica.
É o critério dos estúpidos para mudar as coisas: ai que horror é tão velho.
Corror, como se diz no sotaque do PM.
Cheiram muito a bafio os povos de Inglaterra, França e Alemanha: pharmacy, pharmacie, Pharmazie (ramo da medicina). Os cheirosos somos nós.
Ah, e é “pharmacia”, sem acento.
Ora vamu lá ver. Se não sabe para onde vai, só tem é de confiar em quem sabe.
Você tem ouvido muitas prelecções da doutora Graça Freitas. Ela costuma dizer coisas desse género.
” Ora vamu lá ver” é uma frase do nosso querido líder, a Graça Freitas é mais o diz que disse, não tem vocabulário próprio.
Costa fala muito na “ljxlatura”. Ainda esta tarde o ouvi.
Também eu, mais que uma vez. Porque será?
Já tentei imitar, mas não é fácil.
Exige muito treino: ljxlatura, ljxlatura, ljxlatura…
Burrográfico! Exactamente!
Só uma enorme estupidez permite que os burros galopem.
Os burros escouceiam. Quando lhes falta a palha.
Ainda estou à espera que me mostrem as vantagens do AO90…
Nenhuma, zero.
Nem eles sabem.
Continuarei sentado.
Faz bem.
Quanto às regras, o Feytor-Pinto, que era da APP, falava em meia hora para as aprender. Quantas meias horas já lá vão?