Acordo burrográfico (27)


Pedro Correia,

 Batista!!!

– Sim, senhora?

– Finalmente. Que se passa consigo hoje? É a quinta vez que o chamo. Foi preciso gritar para você aparecer!

– Perdão, senhora. Não percebi que me estava a chamar…

10 comentários em “Acordo burrográfico (27)”

  1. Que eu saiba, ninguém chamava bapetista, se exceptuarmos um célebre programa brasileiro. Mas aprecio a regra dos pês e outras consoantes que se não lêem embora lá estejam depois da anterior vogal aberta. Talvez seja retrógrada, velha do restelo, mas não me apetece mudar só para igualar – ou quase – a língua brasileira que é um português só deles e acho muito bem que sejam diferentes e mantenham orgulhosamente essa diversidade que as torna próprias.

  2. A grafia dos nomes não muda. Só mudam os nomes que se atribuem de novo.
    Sou tão velho que ainda tive uma tia Rachel (morreu nos fim dos anos 80).
    Talvez não tenha dado por isso mas Victor passou a Vítor (nos novos nomes) por volta de 1960. Não caiu nem o Carmo nem a Trindade.

  3. Numa mensagem de uma empresa de aluguer de automóveis e antes do nº de telefone lia-se – contato – ??
    Às vezes conseguimos ficar tão incrédulos . . .
    Maria

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