– Mas tu há um ano estavas cheio de dinheiro! Até compravas ações.
– Pois, vê lá. Agora até já tive que mandar descontar uma letra.
– Mas tu há um ano estavas cheio de dinheiro! Até compravas ações.
– Pois, vê lá. Agora até já tive que mandar descontar uma letra.
Este, lembra-me a estória do casal muito pobre que vivia numa aldeia e decidiu emigrar.
Dois anos depois, chegam de férias, à aldeia. Vêm num bom carro novinho em folha e vestem de maneira que demonstra estarem cheios de dinheiro. Mal chegam, vão imediatamente ver o avô. Encontram-no, sentado à soleira, apoiado no seu velho cajado.
Param o carro mesmo em frente ao ancião, saem e correm para ele. O avô nem se mexe, parece não os conhecer. Espantados, estimulam a memória do velho; então avô, já não nos conhece? Somos o Manel e a Maria!!!
O idoso afasta o queixo do cajado pisca e depois firma melhor a vista no casal e replica: xois o Manél e Maria? Os mês netos quindá dôs anos xairam daqui cuma mão à frente e outrátrás pra irem trabalhar prá estranja?!
Pois somos avô!!!
Ena pás… mas cumé que voxês em tão pouco tempo já cunxeguiram cumprar um carão daqueles e exas roupas todas chiques?
Então avô, sabe que no estranjeiro ha outras oportunidades.
Ah xim… e coportunidades xão exas?
Então avô, mal chegámos lá à frança, eu, tirei a mão de trás e aqui a Maria, tirou a mão da frente…
As chamadas novas oportunidades.
… eh eh, boa!
Tenho outra:
– A Conceição antes era Concepção, e agora pergunta se deve passar a Conceção…
– Acho que já são concessões a mais, acabar com o p e i!
Não há como um ‘anticoncecional’ para pôr fim a tanta concessão.
LOL. Genial, esta.