Cavaco, o pai? Cavaco é o irmão mais velho, a ver como safar a coisa para ver se não sobra para ele. O pai é o FMI, e há-de aparecer um dia destes de vara de marmeleiro na mão.
Estou farta de dizer que ele é tão alienado como o Vasco Gonçalves, com a vantagem (perversa, para todos nós) de ter melhor aspecto e por isso parecer normal. Mas ninguém me ouve…
O sr. José Sócrates, soit-disant engenheiro, coitado, precisa urgentemente de vir à consulta. Não estamos a brincar, o caso é sério. Alguém poderá transmitir-lhe esta mensagem?
Infelizmente, a expressão «temos o que merecemos» tornou-se um lugar-comum. Apesar dos meus defeitos – e não são poucos -, pago os meus impostos, não cometo crimes, não viro as costas ao meu semelhante quando o vejo em apuros; enfim, nada de extraordinário: como eu, certamente muitos milhares de portugueses. Porque raio mereceríamos a choldra em que este país se transformou? Era o que mais haveria de faltar!
A verdade é que a alternativa que a minoria maior tinha à disposição era fraquinha – para dizer o menos – e tenho muitas dúvidas que fizesse melhor – basta ver como são medíocres enquanto oposição. No último acto eleitoral não votei no PS, mas votei no PS quando Sócrates foi eleito. Sabe porquê? Porque queria ajudar a correr com Santana Lopes. Antes do fim do primeiro mandato de Sócrates, já me havia arrependido, mas, mesmo nessa altura, nunca me passou pela cabeça que merecia “isto”.
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Concordo, mas antes houve um miúdo também irresponsável a dizer que não quer brincar.
Por vias das dúvidas vão todos a casa do ” pai Cavaco ” na segunda feira, vai haver raspanetes, se vai…
Cavaco, o pai? Cavaco é o irmão mais velho, a ver como safar a coisa para ver se não sobra para ele. O pai é o FMI, e há-de aparecer um dia destes de vara de marmeleiro na mão.
Estou farta de dizer que ele é tão alienado como o Vasco Gonçalves, com a vantagem (perversa, para todos nós) de ter melhor aspecto e por isso parecer normal. Mas ninguém me ouve…
O sr. José Sócrates, soit-disant engenheiro, coitado, precisa urgentemente de vir à consulta. Não estamos a brincar, o caso é sério.
Alguém poderá transmitir-lhe esta mensagem?
Infelizmente, a expressão «temos o que merecemos» tornou-se um lugar-comum. Apesar dos meus defeitos – e não são poucos -, pago os meus impostos, não cometo crimes, não viro as costas ao meu semelhante quando o vejo em apuros; enfim, nada de extraordinário: como eu, certamente muitos milhares de portugueses. Porque raio mereceríamos a choldra em que este país se transformou? Era o que mais haveria de faltar!
Completamente de acordo consigo, Carlos.
Perfeitamente de acordo consigo e ainda por cima em nada contibuí para isto!
Não tenho mesmo o que mereço, sem dúvida.
Eu também não votei no PS. Mas a maioria escolheu. Ou, vá lá, a minoria maior. É apenas isso que quero dizer.
A verdade é que a alternativa que a minoria maior tinha à disposição era fraquinha – para dizer o menos – e tenho muitas dúvidas que fizesse melhor – basta ver como são medíocres enquanto oposição. No último acto eleitoral não votei no PS, mas votei no PS quando Sócrates foi eleito. Sabe porquê? Porque queria ajudar a correr com Santana Lopes. Antes do fim do primeiro mandato de Sócrates, já me havia arrependido, mas, mesmo nessa altura, nunca me passou pela cabeça que merecia “isto”.