Ontem foi Dia Internacional da Mulher. Helena Roseta deu uma excelente entrevista ao DN, onde fez forte críticas ao PS e a Sócrates.
No entanto, durante todo o dia só se falou da entrevista de Manuel Alegre ao “Expresso”, na véspera.
Helena Roseta vai candidatar-se a Lisboa, enfrentando António Costa. Manuel Alegre, por agora, não se vai candidatar a coisa nenhuma. Quando muito, em 2011, será candidato a PR.
Parece-me estar explicada a razão de existir um Dia Internacional da Mulher, criado por iniciativa – e graças ao beneplácito – dos homens.

Boa, Carlos. É a imparidade da relevância. A relevância noticiosa é imparitária e sexista. Gosto imenso da Helena. Quisera que tivesse mais sorte. Está nos antípodas da descultura democrática manifestada pelo Mugabe armani.
Gostei dessa do Mugabe armani. Também é irrelevante e quanto a paridade…
Também aprecio muito o estilo e a frontalidade da Helena Roseta. Faltam mais pessoas como ela na política portuguesa.
Portanto foi um dia Alegre.
Não, Daniel… penso que foi um dia triste por dar demasiada atenção ao Alegre.
Bem observado.
Haverá quem considere que são pequenas coisas sem importância, Teresa, mas eu penso que é nestes pormenores que se percebe a razão de sermos um país “pequenino”.