Ajudar pouco? Pode ser, mas é muito gratificante ver que de algum modo estamos presentes.
Foto Google
25 comentários em “Ajudar”
Olá! Ajudar, seja muito ou pouco é qualquer coisa e, normalmente, ajudamos com o que podemos. Já dizia alguém: vale mais pouco do que nada e, vários “poucos”, fazem “muito”! Um ótimo dia
Dulce, No passado sábado uma parte do grupo que integrou a Missão sobre a qual há dias aqui postei, reuniu-se para um jantar de convívio. Ás páginas tantas alguém se questionou como seria quando um destes dias encontrássemos alguém que sabíamos ter ajudamos. Logo depois, alguém acrescentou que muito preenchedor mais do que isso seria imaginar que alguns deles nunca saberão que fomos nós que os ajudamos, e isso sim, é o nível seguinte de fazer alguma coisa por alguém. Pelo que sei na nossa caravana não seguiu leite Mimosa nem sumos Fresky, mas quando vi esta foto lembrei-me dessa conversa.
Sabe , Paulo, a lista que pediam de bens incluía leite. Calhou ter sido Mimosa e pacotes pequenos que comprei, porque pensei que um litro ou se bebe logo ou sem frigorífico se estraga. Daquelas coisas que as mães e as avós pensam quando fazem compras. Quando vi a foto claro que não fiquei ufana a pensar que aquele era “o meu leite”, mas feliz porque vi que afinal houve quem pensasse nas probabilidades de durabilidade dos bens alimentares, como eu e que afinal fiz bem! É destas poucas gotas de água que podemos fazer um oceano de ajuda a que precisa mesmo. Um oceano anónimo, porque o importante é ajudar. Bem haja, Paulo.
Só os portugueses de Cabo Delgado ( = catolicos) é que ninguém liga, mas se forem ucranianos…descriminação!!! Os islâmicos a avançarem em África, a Europa a querer que os Mohameds substituam a energia da Rússia… Triste Europa e em especial Portugal, para onde caminha…
Como é que sabe que ninguém liga? Pode dizer é que ninguém liga a quem liga, isso sim. Tenha antes muita vergonha de ser preconceituoso xenófobo e racista, isso sim.
Quantos deslocados portugueses em Cabo Delgado chegaram a Portugal? Os catolicos moçambicanos são portugueses os ucranianos não nos são nada… E eu é que sou racista!!?? Tudo para o estrangeiro nada para o português!!
1a pergunta. Sei de alguns. O irmão do meu pai é meu padrinho de batismo tinha supermercados em Vila Pery e mantinha-se em contacto com Moçambique numa base diária. É uma pessoa que nunca diz que não a um pedido da ajuda e contribui de diversas maneiras. Tivemos longas conversas até há 6 meses a esta parte , quando lhe foi diagnosticada a Doença de Alzheimer. Quem sabe Sei mais sobre ajuda do que o Sr. Anónimo armado aos cucos. 2a pergunta. Ajudar é fazer bem a quem precisa, não escolhe raça , cor credo , nacionalidade, etc. É racista sim senhor. Ficámos por aqui.
Este anonimo desconhece o que continuamente fazemos em Moçambique e outros países. Por isso manda estes “bitaites “. Sobretudo através das missões da igreja católica, seguem continuamente e desde sempre, dinheiro, livros e material escolar, material de enfermagem e equipamento médico… Pagam-se bolsas de estudo. Recebem-se estagiários em instituições públicas e privadas. Pagamos alojamento, transporte e alimentação. Há muita gente a fazer o que pode, as vezes com o pouco que tem… Se este anonimo opinador estivesse envolvido ou participasse desses esforços, não publicava idiotices destas. Pode ele dizer que o que se faz não chega. Pois não… Então, chegue-se a frente, faça a parte dele e “cale o bico”!!! Eu posso dizer-lhe onde e como ajudar Cabo Delgado e o resto de Moçambique. E a Guiné… E Timor… E S. Tome… E so dizer que país prefere auxiliar.
Ora aqui está alguém que seguramente sabe muito mais do que eu. Faça favor de contribuir em português, Sr. Anónimo. É só escolher. Obrigada Maria José.
De nada, Ma. Dulce! Fico sempre muito afastada com quem critica as acções dos outros… sem nunca dar o corpo ao manifesto! Eh pá!, Quer ajudar católicos em Cabo Delgado? Para já, respeite o facto de serem MOCAMBICANOS. Depois, contacte os missionários passionistas, combonianos, espiritanos… Vá para lá como leigo colaborador e ajude a montar postos de saúde, escolas e centros comunitários. Contribua com trabalho e conhecimento para formar as mulheres em puericultura básica, economia doméstica, cuidados de saúde, costura… Participe na formação a jovens e adultos nas cooperativas agrícolas… Mande uns tostões para contribuir nos custos da abertura de poços, para mais aldeias terem água potável. Caramba! O povo português e generoso, e ajuda muito!!! Os projetos são variados e numerosos… Ainda assim, gotas de água num imenso deserto de carências infinitas. Mas Portugal não descobriu a generosidade no dia em que começou a invasão da Ucrânia!!!
Disse tudo! Pedrógão Grande, por exemplo , mobilizou o país de norte a sul. Está tristemente vivido na nossa memória. É cá dentro. Ajudar é sempre que é necessário, seja onde for. Em Lisboa durante o confinamento, por exemplo…
Ora nem mais… Fazemos o que podemos. Apesar de não sermos um país rico! Querer criticar o apoio dado a Ucrânia com estas alegações e pura e simplesmente ridiculo. E demonstra ignorância. Muita!
‘…Mohameds substituam a energia da Rússia…’ é isso mesmo. Está feito e não mexe mais. E dizia-se, isso da Ucrânia na UE e na NATO vai dar chatice com a Rússia e depois teremos guerra, uma grande crise energética e alimentar. E ouvia-se, tá bem quero lá saber disso aumenta o preço da energia e dos seriais e ainda se fabrica mais armamento,
Seriais ah!ah! é o que dá estar anos e anos na holanda. Cereais, evidentemente, e mais aqueles que estavam em reserva em Beirute e provocaram uma gigantesca explosão que agora vão faltar e provocar grandes problemas alimentares.
Problemas no orçamento das famílias… Meu Deus, Maria Dulce, quanta “naïveté”! Talvez seja melhor assim porque talvez não adiante a consciência antecipada do que por aí vem.
Acredito que alguns produtos serão racionados, mas não vão faltar a quem os puder pagar. Os especuladores de mercado negro vão enriquecer e vai haver mais instabilidade… deixe lá pensar o que mais…
É o que dá as guerras, vamos ter o aumento generalizado dos preços que andavam parados há alguns anos. Um pacote de bolachas de aveia 0,68 € teve este preço durante muitos anos, pequeno exemplo.
Tenho aí escrito pelo blogue exemplos de aumentos que se têm vindo a introduzir desde Novembro de 2021 e aí ainda não havia guerra. Posso-lhe dizer que desde Novembro passado, o mesmo conjunto de produtos constantes de uma lista mensal, vem progressivamente aumentando o preço e já custa mais cerca de 19,00€. Desde Fevereiro aumento 4,50€ . O restante já tinha sido inflacionado antes sequer de haver guerra.
A Rússia era o maior exportador mundial de trigo, a Ucrânia o quarto. Exportavam outros cereais e a Urânia adubos. Isto era já o suficiente para provocar uma crise alimentar. Vamos contextualizar. Em 2010, devido a um fenómeno meteorológico que afectou as exportações de cerais, mas não de adubos, os preços subiram para três vezes mais e a consequência, além das verificadas na África esquecida, foram as “Primaveras Árabes”. Morreu muita gente e geraram-se diversos regimes autocráticos. Os preços do trigo já triplicaram de preço e o Egipto já pediu assistência ao FMI.
NPK significa azoto, fósforo e potássio, os três nutrientes essenciais, sem os quais não teria ocorrido a “Revolução Verde” e não se produziriam alimentos que chegassem para a população mundial. Por motivos diversos – que posso explicar se quiser – estes três elementos estão e vão escassear nos mercados e não será apenas por um ano, tal como a consequência da guerra na Ucrânia não se sentirá apenas por um ano. Só para dar uma ideia, a ureia, contendo 20 a 40% de azoto e por isso o mais eficaz adubo para esse nutriente, já passou de 400 euros para 1.200 a tonelada. Diz-me o senso comum que, se as circunstâncias são mais graves, as consequências também o serão. A única frase que me ocorre quando vejo a conjugação do futuro próximo energético e alimentar é a tempestade perfeita. E não estou a ser pessimista. Um dos melhores analistas geopolíticos que conheço, chamou-lhe “O regresso do 3º Cavaleiro”. Lidámos mal com o 2º Cavaleiro (a Peste), mas lá ultrapassámos o pior, com alguns custos democráticos e de coesão social. Lidámos não tão mal com o 1º Cavaleiro (a Guerra) mas ainda não está afastado o holocausto nuclear, os custos já são enormes e adivinha-se que aumentem. Quanto ao 3º Cavaleiro (a Fome) não consigo escrever uma linha que seja sem ser muito, mas mesmo muito pessimista.
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Olá! Ajudar, seja muito ou pouco é qualquer coisa e, normalmente, ajudamos com o que podemos. Já dizia alguém: vale mais pouco do que nada e, vários “poucos”, fazem “muito”! Um ótimo dia
Dulce,
No passado sábado uma parte do grupo que integrou a Missão sobre a qual há dias aqui postei, reuniu-se para um jantar de convívio.
Ás páginas tantas alguém se questionou como seria quando um destes dias encontrássemos alguém que sabíamos ter ajudamos. Logo depois, alguém acrescentou que muito preenchedor mais do que isso seria imaginar que alguns deles nunca saberão que fomos nós que os ajudamos, e isso sim, é o nível seguinte de fazer alguma coisa por alguém.
Pelo que sei na nossa caravana não seguiu leite Mimosa nem sumos Fresky, mas quando vi esta foto lembrei-me dessa conversa.
Sabe , Paulo, a lista que pediam de bens incluía leite. Calhou ter sido Mimosa e pacotes pequenos que comprei, porque pensei que um litro ou se bebe logo ou sem frigorífico se estraga. Daquelas coisas que as mães e as avós pensam quando fazem compras. Quando vi a foto claro que não fiquei ufana a pensar que aquele era “o meu leite”, mas feliz porque vi que afinal houve quem pensasse nas probabilidades de durabilidade dos bens alimentares, como eu e que afinal fiz bem!
É destas poucas gotas de água que podemos fazer um oceano de ajuda a que precisa mesmo. Um oceano anónimo, porque o importante é ajudar.
Bem haja, Paulo.
Só os portugueses de Cabo Delgado ( = catolicos) é que ninguém liga, mas se forem ucranianos…descriminação!!! Os islâmicos a avançarem em África, a Europa a querer que os Mohameds substituam a energia da Rússia… Triste Europa e em especial Portugal, para onde caminha…
Como é que sabe que ninguém liga? Pode dizer é que ninguém liga a quem liga, isso sim.
Tenha antes muita vergonha de ser preconceituoso xenófobo e racista, isso sim.
Quantos deslocados portugueses em Cabo Delgado chegaram a Portugal? Os catolicos moçambicanos são portugueses os ucranianos não nos são nada… E eu é que sou racista!!?? Tudo para o estrangeiro nada para o português!!
1a pergunta. Sei de alguns. O irmão do meu pai é meu padrinho de batismo tinha supermercados em Vila Pery e mantinha-se em contacto com Moçambique numa base diária. É uma pessoa que nunca diz que não a um pedido da ajuda e contribui de diversas maneiras. Tivemos longas conversas até há 6 meses a esta parte , quando lhe foi diagnosticada a Doença de Alzheimer. Quem sabe Sei mais sobre ajuda do que o Sr. Anónimo armado aos cucos.
2a pergunta. Ajudar é fazer bem a quem precisa, não escolhe raça , cor credo , nacionalidade, etc. É racista sim senhor. Ficámos por aqui.
Racista eu!!?? Considero português todos os catolicos de matriz portuguesa, desde Braga até Nagazaki primeiro os nossos so depois os outros…
Este anonimo desconhece o que continuamente fazemos em Moçambique e outros países. Por isso manda estes “bitaites “.
Sobretudo através das missões da igreja católica, seguem continuamente e desde sempre, dinheiro, livros e material escolar, material de enfermagem e equipamento médico… Pagam-se bolsas de estudo. Recebem-se estagiários em instituições públicas e privadas. Pagamos alojamento, transporte e alimentação.
Há muita gente a fazer o que pode, as vezes com o pouco que tem…
Se este anonimo opinador estivesse envolvido ou participasse desses esforços, não publicava idiotices destas.
Pode ele dizer que o que se faz não chega.
Pois não…
Então, chegue-se a frente, faça a parte dele e “cale o bico”!!!
Eu posso dizer-lhe onde e como ajudar Cabo Delgado e o resto de Moçambique.
E a Guiné…
E Timor…
E S. Tome…
E so dizer que país prefere auxiliar.
Ora aqui está alguém que seguramente sabe muito mais do que eu. Faça favor de contribuir em português, Sr. Anónimo. É só escolher.
Obrigada Maria José.
De nada, Ma. Dulce!
Fico sempre muito afastada com quem critica as acções dos outros… sem nunca dar o corpo ao manifesto!
Eh pá!, Quer ajudar católicos em Cabo Delgado?
Para já, respeite o facto de serem MOCAMBICANOS.
Depois, contacte os missionários passionistas, combonianos, espiritanos…
Vá para lá como leigo colaborador e ajude a montar postos de saúde, escolas e centros comunitários.
Contribua com trabalho e conhecimento para formar as mulheres em puericultura básica, economia doméstica, cuidados de saúde, costura…
Participe na formação a jovens e adultos nas cooperativas agrícolas…
Mande uns tostões para contribuir nos custos da abertura de poços, para mais aldeias terem água potável.
Caramba! O povo português e generoso, e ajuda muito!!!
Os projetos são variados e numerosos…
Ainda assim, gotas de água num imenso deserto de carências infinitas.
Mas Portugal não descobriu a generosidade no dia em que começou a invasão da Ucrânia!!!
Disse tudo!
Pedrógão Grande, por exemplo , mobilizou o país de norte a sul. Está tristemente vivido na nossa memória. É cá dentro.
Ajudar é sempre que é necessário, seja onde for.
Em Lisboa durante o confinamento, por exemplo…
Ora nem mais…
Fazemos o que podemos.
Apesar de não sermos um país rico!
Querer criticar o apoio dado a Ucrânia com estas alegações e pura e simplesmente ridiculo. E demonstra ignorância. Muita!
‘…Mohameds substituam a energia da Rússia…’ é isso mesmo. Está feito e não mexe mais.
E dizia-se, isso da Ucrânia na UE e na NATO vai dar chatice com a Rússia e depois teremos guerra, uma grande crise energética e alimentar. E ouvia-se, tá bem quero lá saber disso aumenta o preço da energia e dos seriais e ainda se fabrica mais armamento,
Seriais killers, não?
Seriais ah!ah! é o que dá estar anos e anos na holanda.
Cereais, evidentemente, e mais aqueles que estavam em reserva em Beirute e provocaram uma gigantesca explosão que agora vão faltar e provocar grandes problemas alimentares.
Problemas no orçamento das famílias acredito sim. A especulação ainda agora vai no adro e s exageros já fazem estragos.
Problemas no orçamento das famílias…
Meu Deus, Maria Dulce, quanta “naïveté”! Talvez seja melhor assim porque talvez não adiante a consciência antecipada do que por aí vem.
Acredito que alguns produtos serão racionados, mas não vão faltar a quem os puder pagar. Os especuladores de mercado negro vão enriquecer e vai haver mais instabilidade… deixe lá pensar o que mais…
É o que dá as guerras, vamos ter o aumento generalizado dos preços que andavam parados há alguns anos. Um pacote de bolachas de aveia 0,68 € teve este preço durante muitos anos, pequeno exemplo.
Tenho aí escrito pelo blogue exemplos de aumentos que se têm vindo a introduzir desde Novembro de 2021 e aí ainda não havia guerra. Posso-lhe dizer que desde Novembro passado, o mesmo conjunto de produtos constantes de uma lista mensal, vem progressivamente aumentando o preço e já custa mais cerca de 19,00€. Desde Fevereiro aumento 4,50€ . O restante já tinha sido inflacionado antes sequer de haver guerra.
A Rússia era o maior exportador mundial de trigo, a Ucrânia o quarto. Exportavam outros cereais e a Urânia adubos. Isto era já o suficiente para provocar uma crise alimentar.
Vamos contextualizar.
Em 2010, devido a um fenómeno meteorológico que afectou as exportações de cerais, mas não de adubos, os preços subiram para três vezes mais e a consequência, além das verificadas na África esquecida, foram as “Primaveras Árabes”. Morreu muita gente e geraram-se diversos regimes autocráticos.
Os preços do trigo já triplicaram de preço e o Egipto já pediu assistência ao FMI.
NPK significa azoto, fósforo e potássio, os três nutrientes essenciais, sem os quais não teria ocorrido a “Revolução Verde” e não se produziriam alimentos que chegassem para a população mundial.
Por motivos diversos – que posso explicar se quiser – estes três elementos estão e vão escassear nos mercados e não será apenas por um ano, tal como a consequência da guerra na Ucrânia não se sentirá apenas por um ano. Só para dar uma ideia, a ureia, contendo 20 a 40% de azoto e por isso o mais eficaz adubo para esse nutriente, já passou de 400 euros para 1.200 a tonelada.
Diz-me o senso comum que, se as circunstâncias são mais graves, as consequências também o serão.
A única frase que me ocorre quando vejo a conjugação do futuro próximo energético e alimentar é a tempestade perfeita. E não estou a ser pessimista. Um dos melhores analistas geopolíticos que conheço, chamou-lhe “O regresso do 3º Cavaleiro”.
Lidámos mal com o 2º Cavaleiro (a Peste), mas lá ultrapassámos o pior, com alguns custos democráticos e de coesão social. Lidámos não tão mal com o 1º Cavaleiro (a Guerra) mas ainda não está afastado o holocausto nuclear, os custos já são enormes e adivinha-se que aumentem. Quanto ao 3º Cavaleiro (a Fome) não consigo escrever uma linha que seja sem ser muito, mas mesmo muito pessimista.