«— Estás a dizer que foste ao BES, abriste uma conta-poupança em meu nome, depositaste 25 euros por mês todos os meses e agora tenho lá um monte de dinheiro?
— Hum-hum… Não! Estava a gozar!!!»
«— Estás a dizer que foste ao BES, abriste uma conta-poupança em meu nome, depositaste 25 euros por mês todos os meses e agora tenho lá um monte de dinheiro?
— Hum-hum… Não! Estava a gozar!!!»
Ridículo momento criativo de certos publicitário, que se deviam dedicar a outras coisas.
Publicidade e ‘marketing’ são áreas da comunicação. Pelos vistos, há criativos que não são comunicadores. Quem criou este anúncio (que até deve ter sido concebido por uma equipa) evidenciou um notório mau gosto.
Veja-se: duas mulheres, uma angustiada a desabafar com a outra por ver a vida a andar para trás; a outra a dizer-lhe que zelou por ela e… finalmente, que afinal não zelou e que estava só a gozar!?!
Tão mau como os criativos é o BES aceitar a proposta e ainda manter conta com eles. Ainda por cima, a tratar toda a gente por tu (e mal pontuado): «Quem sabe, sabe e tu é que sabes.»!
No meu tempo das publicidades, o grupo Espírito Santo era mais exigente…
E não seria difícil, Ana.
Este BES é na verdade um banco no qual se pode confiar… Este anúncio é de tão fino gosto, tão tranquilizador, que até acho que todos nós devíamos lá por todo o nosso dinheiro.
»O quê, achas isso, na verdade? — Hum-hum… Não! Estava a gozar!!!»
Apetece responder como aquele deputado do PSD há dias…
Absurdo. Se o que se tentou fazer foi enaltecer o natural egoísmo de quem tem de pensar em si e trabalhar para o seu futuro, a mensagem não passou. Vejo o cúmulo da deselegância num achincalhar do mal alheio .. infelizmente tão comum.
Ainda vou gostar de o ler sobre o da internet João .. aquele em que dois garotos “desligam” um terceiro .. 🙂
Acho que ainda não vi esse, Once.
O pessoal da Agência que idealizou esta anúncio tem os neurónios avariados!
Um “grande” do Banco deve ter “alguém especial” nessa Agência!
O resultado é um desastre!
O anúncio a que se refere o/a Once, nem o consigo ver; é de uma brutalidade…
(A) 🙂 acredita que até me assustei (mesmo!) a primeira vez que vi o pobre a cair do escadote da biblioteca?
De uma estupidez atroz.
Do mais estúpido que tenho visto. Insisto: o diálogo em que uma desabafa o seu drama e a outra goza com ela é inqualificável!