Ao “Chiveve”


jpt,

14 comentários em “Ao “Chiveve””

  1. Caro jpt, isso não se faz, sobretudo já perto da hora de almoço. Sendo adepto da boa culinária africana, as minhas papilas gustativas quase doeram só de ler o menu que degustaram no Chiveve. Depois desta descrição, vou seguir-lhe o exemplo e convidar alguns amigos viajados como eu por terras de África e abancar para uma refeição daquelas para mais tarde recordar.
    Obrigado, caro vizinho.

    1. Faça isso, caro vizinho, pois o postal é mesmo para isto, alertar para um bem-comer nas nossas cercanias (enfim, tem de se cruzar o checkpoint da rotunda do Relógio…). Depois diga-me, sff, se concorda comigo sobre o assunto

  2. Caro jpt…

    Este seu “post” faz-me lembrar as inúmeras reportagens televisivas passadas
    na R. T. P., na S. I. C. e na TVI, em restaurantes de Portugueses e de estrangeiros.

    Interrupção do comentário: o corajoso moçambicano e ex-candidato presidencial
    Venâncio Mondlane foi acusado de vários crimes (Nota – “Peça” no “Jornal da Tarde” da R. T. P..). É a “justiça” de Moçambique a actuar sobre um dos seus melhores…

    O seu “post” vai convencer alguém a ir a esse restaurante de comida moçambicana?
    Bem… Um comentador já escreveu que vai. O Edi (o proprietário) há-de agradecer-lhe.

    A única vez que comi comida africana foi num restaurante africano num bairro africano
    em Bruxelas, a convite de um casal de refugiados ruandeses. Foi em 2001.

    Não sou apreciador.

    Acho estranho esses imigrantes virem para Portugal, normalmente por razões económicas,
    e abrirem negócios que custam milhares de euros…
    Qual é a origem do dinheiro?
    Empréstimo bancário?
    Outra origem?
    Qual?

    P. S.: Podia ter posto os preços.

    Cumprimentos.

    João Barros da Costa

    JOAO.BARROS.DA.COSTA@SAPO.PT

    1. Escrevi um comentário não laudatório e muito menos panegírico ao autor,
      que não conheço, sobre o que o jpt escreveu acerca da sua (do jpt) ida
      a (mais) um restaurante africano sito em Lisboa.

      O seu (Pedro Correia) comentário ainda não estava publicado.

      O meu não foi publicado.
      Não é a primeira vez que isso acontece.
      A censura está proibida pela CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA.
      Como sabe…
      Por duas vezes transcrevi o Artigo 37° (Liberdade de expressão e informação)
      e o parágrafo 6. do Artigo 35° (Utilização da informática).
      A primeira vez foi em https://osonhodeaurora.blogs.sapo.pt
      A segunda vez foi em https://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt
      O blogue da autora bloguista e criadora de conteúdos digitais,
      com presença em algumas redes sociais, mudou de nome.
      Agora intitula-se “O Despertar de Aurora”.
      Pode ser visto e lido em https://despertardaurora.blogs.sapo.pt
      É interessante. Completamente diferente de todos os blogues que conheço.
      Não é como este.
      A ver.

      Cumprimentos.

      João Barros da Costa

      JOAO.BARROS.DA.COSTA@SAPO.PT

      1. “João Barros da Costa” eu suspeito que este nome é um avatar de um veterano comentador desaustinado deste blog, um colega meu antropólogo com doença mental que volta e meia aqui vem com “lençóis” de comentários desabridos. Talvez sim, talvez não. Aos avatares anteriores (se for o caso) eu vedei o acesso às caixas de comentários dos meus postais. Por solidariedade, cada um de nós tem os seus desequilíbrios… E, para além disso, qualquer leitor regular do DO saberá que não tenho qualquer paciência para comentadores desatinados, que aqui vêm regurgitar o fel da vida. Tem o DO uma “função social”? Talvez, mas não é remunerada, como tal não tenho de aturar senis. Ou seja, trate de estabelecer um novo avatar e outro formato de escrita para botar nos meus postais pois não lhe aceitarei mais comentários…

        Já agora: 1) repito o que disse várias vezes aqui – um blog não é um órgão de comunicação social, é um espaço privado convivencial. Ou seja, não se lhe adequa imputações de “censura”. Não há, nem sob o ponto de vista jurídico nem sob o ponto de vista ético, qualquer “censura” – eu (e qualquer bloguista) só publica comentários alheios que considera… publicáveis. Você está na minha (nossa) casa, é convidado…Se eu não gosto do que alguém aqui comenta não publico, e ponto final parágrafo, ninguém tem nada a ver com isso.

        2) os comentários deste blog são “editados”. Ou seja, os autores de cada postal é que aceitam (ou não) a publicação dos postais nos respectivos postais. Entenda, vêm ao sistema do blog e “clicam” para isso. Os outros autores do blog não o fazem (poderão fazê-lo, os administradores do blog, mas não é curial). Publiquei este meu postal (de facto até o agendei anteontem, para publicação ontem) fui à minha vida… Volto agora ao sistema, após dia longo, sono curto, numa alvorada noite longa, e vejo um leitor gratuito (ou seja, um tipo que não paga para o que lê e quer comentar) a desatinar porque não lhe aceitaram um comentário – porque ainda não tive tempo para lhe “clicar” um “aceitar” no comentário. A convocar a Constituição porque quer resmungar qualquer coisa sobre um restaurante. Você não consegue perceber o desequilíbro em que está? Vá-se tratar, foda-se. E se não se quer tratar não me chateie mais.

        1. e já agora, para que perceba mesmo a patetice da sua birra comentadora: qualquer “administrador” do blog (co-autor) quando comenta em postais alheios tem os seus comentários imediatamente publicados (não são “editados”). Os comentários dos leitores têm de ser “editados” (aprovados) pelos autores do postal. O que pode levar horas ou até mesmo dias, até termos disponibilidade para aqui voltar. Vá bugiar…

    2. Camarada Coordenador: 1) temos de lá ir juntos, a combinar para breve; 2) minha proposta, desinteressada: seria um bom sítio, até como homenagem ao bom do Geni Catamo (e do grande Hilário) para um encontro de ex-És a Nossa Fé!

  3. O restaurante ainda não conheço. Pelas fotos quase se consegue cheirar os pratos.
    O nome Chiveve deve ser uma homenagem (dos proprietários?) ao rio com o mesmo nome e que banha a cidade da Beira.
    Recordações muito antigas …

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