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Ganda blues.
Excelente, sem dúvida. O Elvis quando ainda era Elvis.
Uau! Fantástico.
Ninguém vê hoje os filmes do Elvis, mas algumas canções desses filmes ficaram para sempre na história da música popular. Esta é uma delas.
Pelo grau de histeria que ainda consegue provocar nas fãs tantos anos depois de ter morrido, o Elvis merece bem estar aqui! Nas comemorações dos 75 anos, uma mulher dizia: “Ainda penso nele todos os dias”. Espantoso.
Dizem até que ele ainda anda por aí…
Será que reencarnou no Santana Lopes?
Quase. Apenas o Santana tem uma bela voz para escrever no MS World.
Pedro – a canção o vídeo do filme – “King Creole ” de Michael Curtiz , 1958 com o saudaso Walter Mattau e Carolyn Jones – boa homenagem ao “Rei do Rock”. Quanto eu era jovem (a “minha” música era outra) embirrava com o Elvis mas, mesmo assim, não dei deixei de ver os filmes com ele. Na época ir ao cinema era uma rotina e uma forma de convívio – muito popular – era rara a semana que eu mais os meus amigos não víssemos 6 filmes – 3 sessões vezes 2 filmes – 5$00 a sessão. Via-se quase tudo o que por cá passasse – também não havia televisão…Sempre que o tema é música ou cinema, entusiasmo -me e não me calo ;))
Também embirrei sempre um pouco com o Elvis, Maria. Mas a fase inicial da carreira dele, em que eleva a música negra do sul dos EUA ao primeiro plano da industria discográfica, é sem dúvida importante – esta canção demonstra bem isso. Elvis marca os anos 50 de forma decisiva. Depois tornar-se-ia uma caricatura de si próprio. Morreu prematuramente, como Marilyn e James Dean, para se ajustar melhor ao mito que já era ainda em vida.
De acordo, Pedro, claro que reconheço a importância….E percebi que a sua escolha não foi por acaso e não poderia ser melhor, a meu ver, daí eu ter falado em “homenagem”.
De qualquer modo, o Elvis há-de cá voltar.