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O que eu embirro com esta cantiga (estou a sentir um formigueiro no nariz). É uma embirração (parece que está a ficar maior) inexplicável (falo do nariz, não da embirração).
Eu adoro, Teresa. A canção, o filme, a Audrey a cantar, a Audrey a sorrir, a Audrey a falar português, a chuva, o gato. Adoro. «Moon River, wider than a mile…»
Eu estou como o Pedro:
adoro o filme, a Audrey, a Audrey cantando Moon River, sorrindo e até a forma como ela fala olhando para cima.
E a voz e o olhar e a franja e sei lá que mais.
Eis mais uma canção eterna.
Eterna, sem dúvida. Uma das grandes composições do genial Henry Mancini.
Pedro,
No tal grupo do Facebook de que lhe falei, uma das primeiras músicas que publiquei foi esta.
Audrey Hepburn, com cara de anjo, a cantar com a voz dos anjos, uma melodia imortal.
Dois minutos depois, o Miguel Senna Fernandes envia-me uma mensagem que vou tentar transcrever:
“Porra, Pedro! Agora fiquei emocionado.
Fizeste-me recordar do meu pai.”
Pois é, Pedro. ‘Moon River’ traz-nos muitas recordações. Felizes, quase sempre.