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Gandá sonzáço!!!
Ha dias, com uns uískyes pelo meio, dissertava com um amigo, acerca da doutrina da morte e as suas vantagens.
Depois de esgotar os argumentos que achei mais convincentes e, notando que ainda não o havia convertido, guinei para a música.
Tal como eu, o tipo pertence à grandiosa geração do “woodstock”, aquela que disseminou pelo mundo a ideologia mais fantástica de todos os tempos “make love; not war!” Nem Karl Marx se havia lembrado deste slogan.
;)))
E rematei: já pensaste oh bakano; se existe um refrigério para esta vida, se existe um assento cósmico, uma dimensão pós-vida, é lá que estarão todos os que nos fizeram, numa época, acreditar através da música e das letras, que o mundo é um projecto em crescimento do qual fazemos parte integrante. E que, o fruto da nossa acção, será a suprema composição cantada num coro, a uma só voz?!
Então chavalo?! É lá que iremos encontrar-nos; quando nos encontrarmos com eles e voltarmos a ouvi-los, ouvindo-nos, a uma só voz.
Vai pó car….áças, respondeu-me ele.
Tão prontes… sendassim…
Essa “grandiosa geração do Woodstock” produziu a melhor música do século, Bartolomeu. Essa é que é essa.