Mas é que há !! Na minha praia, a Praia de Santa Cruz, no quintal da boa amiga Lena Bastos. Azuis,brancas e rosa. Não sei se por afinidades climáticas ou por o oceano se nos abrir em infinito desde as arribas. Mas estão lá. Eu é que há muito não arribo por aí. Coisas. ( como dizia o poeta “…por coisas que terei pudor de contar seja a quem for…” )
“…Los sueños son pequeñas muertes tramoyas anticipos simulacros de muerte el despertar en cambio nos parece una resurrección y por las dudas olvidamos cuanto antes lo soñado
a pesar de sus fuegos sus cavernas sus orgasmos sus glorias sus espantos los sueños son pequeñas muertes por eso cuando llega el despertar y de inmediato el sueño se hace olvido tal vez quiera decir que lo que ansiamos es olvidar la muerte apenas eso …” (Benedetti)
Fernando, ainda bem que as vê por cá. Porque eu, que cresci com canteiros de hortênsias à volta, nunca consegui tê-las nem vê-las em branco absoluto. Sempre me rodearam em rosa pálido e rosa fúcsia, em azul céu e azul rei. Mas branco… népias 🙂 Cheguei a trazer essa sub espécie da Madeira e a plantá-la em terra asséptica… mas degeneraram, as grandes parvas 🙂
“Lisboa, não sejas bairrista”… 🙂 A Madeira é linda e tem gente muito boa. Quanto a apuro, limpeza, pundonor e eficiência dos serviços ao visitante, gostava que o cont’nente fosse todo assim…
Claro que nos Açores, além de grande limpeza pública a gente muito boa, há hortênsias brancas exportáveis!
Está decidido! Far-te-ei uma visita um dia destes! E depois faço uma crónica chamada “Eu fui lá buscar hortênsias”… 🙂
Há quem goste delas brancas, branquinhas. Eu adoro as azuis, fazem lembrar o nosso quintal, a nossa antiga casinha. Mas que beleza tantas juntinhas, caminho fora, entremeadas por um verde imenso. What a wonderful world…. Bob Thiele e George Weiss, quando escreveram isto, não tinham visitado os Açores! Em vez de red roses, hortênsias e azáleas, coloridas até dizer basta! Nunca basta, por sinal. Um encanto.
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Maravilha.
E tu sabes bem que sim.
Oh homem, esteja quieto !! Pelas alminhas !!
Podes mandar uma igual à de cima sff? Disto não há cá…
Mas é que há !! Na minha praia, a Praia de Santa Cruz, no quintal da boa amiga Lena Bastos. Azuis,brancas e rosa. Não sei se por afinidades climáticas ou por o oceano se nos abrir em infinito desde as arribas. Mas estão lá.
Eu é que há muito não arribo por aí. Coisas. ( como dizia o poeta “…por coisas que terei pudor de contar seja a quem for…” )
“…Los sueños son pequeñas muertes
tramoyas anticipos simulacros de muerte
el despertar en cambio nos parece
una resurrección y por las dudas
olvidamos cuanto antes lo soñado
a pesar de sus fuegos sus cavernas
sus orgasmos sus glorias sus espantos
los sueños son pequeñas muertes
por eso cuando llega el despertar
y de inmediato el sueño se hace olvido
tal vez quiera decir que lo que ansiamos
es olvidar la muerte
apenas eso …” (Benedetti)
isto deve ser deste tempo malsão…
Fernando, ainda bem que as vê por cá. Porque eu, que cresci com canteiros de hortênsias à volta, nunca consegui tê-las nem vê-las em branco absoluto.
Sempre me rodearam em rosa pálido e rosa fúcsia, em azul céu e azul rei. Mas branco… népias 🙂
Cheguei a trazer essa sub espécie da Madeira e a plantá-la em terra asséptica… mas degeneraram, as grandes parvas 🙂
Tinham de ser dos Açores. As da Madeira não devem ser recomendáveis!
“Lisboa, não sejas bairrista”… 🙂
A Madeira é linda e tem gente muito boa. Quanto a apuro, limpeza, pundonor e eficiência dos serviços ao visitante, gostava que o cont’nente fosse todo assim…
Claro que nos Açores, além de grande limpeza pública a gente muito boa, há hortênsias brancas exportáveis!
Está decidido! Far-te-ei uma visita um dia destes!
E depois faço uma crónica chamada “Eu fui lá buscar hortênsias”… 🙂
Há quem goste delas brancas, branquinhas.
Eu adoro as azuis, fazem lembrar o nosso quintal, a nossa antiga casinha.
Mas que beleza tantas juntinhas, caminho fora, entremeadas por um verde imenso.
What a wonderful world…. Bob Thiele e George Weiss, quando escreveram isto, não tinham visitado os Açores! Em vez de red roses, hortênsias e azáleas, coloridas até dizer basta!
Nunca basta, por sinal.
Um encanto.
Dizes bem: nunca basta. Além da nostalgia da casa antiga da infância e adolescência.