Os cookies necessários ativam funcionalidades essenciais do site como logins seguros e ajustes de preferências de consentimento. Não armazenam dados pessoais.
Nenhum
Os cookies funcionais suportam funcionalidades como partilha de conteúdo em redes sociais, recolha de feedback e ativação de ferramentas de terceiros.
Nenhum
Os cookies analíticos monitorizam interações dos visitantes, fornecendo insights sobre métricas como número de visitantes, taxa de rejeição e fontes de tráfego.
Nenhum
Os cookies de publicidade entregam anúncios personalizados com base nas suas visitas anteriores e analisam a eficácia das campanhas publicitárias.
Nenhum
Os cookies não classificados são cookies que estamos em processo de classificar, juntamente com os fornecedores de cookies individuais.
Nenhum
Ah, 4º tiro no porta-aviões!
(antes de partir de férias deixo-lhe as outras três, pode ser que já tenha em agenda, ou então passará a conhecê-las)
Excelente, Patti. Agradeço desde já.
A kilométrica Meia-Praia-Lagos;
a minúscula Praia do Camilo-Lagos, situada entre penedos, que só tem acesso de barco, ou descendo pacientemente uns cento e muitos degraus;
a indomável Praia do Amado-Bordeira; um paraíso selvagem.
Porta-aviões ao fundo!
Estas são os meus últimos três tiros, mas tem muitas outras, todas encantadas por ali, Pedro: Martinhal, Zavial, Ingrina, Salema, Burgau, Beliche, Vale dos Homens, Samoqueira, Carriagem, Amoreira, Vale Figueiras, Bordeira e mais não sei quantas selvagens e de acessos radicais, mas apetecíveis.
Boas férias a todos os delitosos e seus comentadores!
A Meia-Praia é quase milhimétrica: tem milhas de areia; só lhe falta o sistema métrico. Deve ser do risco sistémico.
É tão grande, que até no pleno Agosto, do people da geleira xxl, conseguimos encontrar zonas sem ninguém.
E há coisa de dois-três anos que tem uns bares excelentes: ambiente tranquilo, boa comida, puffs na areia e até música ao vivo.
Ai que saudades, ’tou a caminho, ’tou a caminho…
A Praia do Amado é minha amada. Ele não é ciumento.
E uma Amada gélida como tudo! Mas pronto, é das que dá luta.
Tipo Ana Gomes?
Exacto. Muito radical. Será que foi por isso que ela escreveu o ” Todo-o-Terreno – 4 anos de reflexões”?
Isso foi culpa do editor dela. No original era “Atracção às 4: anos de flexões no tereno”.
Eu bem me queria parecer, que aquele pessoal lá do Amado, sempre nas flexões antes de surfar, tinha alguma razão de ser.
Algumas dessas praias aparecerão por aqui, outras não. Só porque quero manter-me fiel à regra inicial: apenas falo das que conheço.
Boas férias, Patti.
Quando tiver oportunidade, em qualquer época do ano (eu gosto de lá passear na primavera e início de outono), vale muito a pena conhecê-las; parece um Portugal ainda desconhecido, onde deparamos com uma natureza de tal forma virgem, que faz lembrar zonas dos Açores.
O Alentejo, litoral ou interior, é mesmo um paraíso.
Não tenho a menor dúvida.
Entendidos! São todas fabulosas nessa zona Pedro, é colocar aqui todas, não tem nada que saber…:-)))
De facto, Ariel. Nesta zona nenhum tiro sai ao lado.
muito perto de Odeceixe 🙂 a minha favorita.
Bom fim-de-semana
Igualmente, Once
Nesta costa selvagem
de praias arrebatadoras,
tamanha é a voragem
de paisagens encantadoras!
De descida acentuada
até às areias amareladas,
uma praia conceituada
com as águas azuladas!
É como diz, Amêijoa: “Costa selvagem de praias arrebatadoras.”
É bonita, é boa e tem ondas, Pedro.
Tudo bom, Mike. E a água é fresquinha…