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Uff! Bellíssima, Pedro! E espero que a palavra belle no plural confirme o que estou a pensar, i.e., que as belles tenham seguimento. Estava-vos a achar algo tímidos face a estas recentes afrontas das senhoras do blog, a cometerem delitos uns atrás dos outros e não são de opinião. Abraço e bom fim-de-semana.
Resposta de todas as sextas-feiras às sucessivas provocações de que temos vindo a ser alvo por parte dos elementos femininos deste blogue. Daí o plural, Mike. É mesmo para continuar. Em vários idiomas.
E não será casada ou comprometida, a Binoche? :))))))))))))))
Fico com vontade de escrever um ensaio. Talvez algo tipo “La Binoche” ou assim.
Pois eu fico com vontade de escrever um romance…
Eu fico só com vontade.
Permita que diga que anda no ar alguma carência!
Belas são as nossas!
Olhe os sustos que apanhamos quando elas são apanhadas em flagrante!
Dou toda a razão aos meninos. Percebe-se muito bem o vosso contentamento.
E não sei porquê, de repente fiquei com uma enorme leveza, apeteceu-me comer chocolate e comecei a ver tudo azul. Há fenómenos insustentáveis.. digo eu…
:)))
Chocolates La Binoche?
Gostei. Isto sim é boa fotografia .
Linda!
Linda, de facto. E talentosa… mas só por acaso, que os meninos do Delito contentam-se só com a beleza das “belles toujours”, enquanto nós somos mais exigentes e queremos talento também. 🙂
Ó Ana, a Juliette irradia talento!
Eu também acho, mas cheira-me que ela estaria aqui de qualquer maneira, mesmo que irradiasse só beleza… 🙂
Nem pensar! Se a moça não irradiasse talento estaria aqui no lugar dela a Beauvoir ou a Duras…
Então terias de mudar o título à série…
Bêtes toujours?
Talvez “vivantes toujours”?
Veja lá se quer que lhe ofereça um irradiador…
Hot, logo tinha você que aparecer por cá para a coisa aquecer ainda mais…
Nem mais, Ana.