Ser de esquerda ou de direita depende menos de factos, actos e história, e mais dos pressupostos de que se parte. Isso faz com que pessoas com a mesma informação, cultura e inteligência, se alinhem em lados opostos do espectro político. Quem quiser ser esclarecido deve evitar a exposição à mesmice de opiniões semelhantes, e portanto ganha em espreitar o que se diz com consistência de um lado e outro. Por isso não dispenso acompanhar o que escrevem economistas no Impertinências, à direita, e o que escreve um jurista noutro blogue, esse de esquerda – que fica para outra maré. Impertinências é o blogue da semana.
Blogue da semana
José Meireles Graça,

concordo!
Concordo!
CONCORDO!
(continue, por favor)
A neutralidade é um engodo. A opinião expressa é de direita. Nos pressupostos e nas premissas: “pessoas com a mesma informação, cultura e inteligência” (faltou a sensibilidade) só se forem saídas de uma linha de montagem.
Isso de esquerda é direita é uma fantochada!! No Brasil a esquerda com o objetivo de atacar a Igreja católica promoveu as igrejas pentacostais, os edites macedos, actualmente a direita brasileira é dominada pelas seitas pentacostais ( como é possível existir um partido em Portugal, que se diz patriota e que apoia a ascensão ao poder destas seitas no Brasil e em Moçambique, que ataca o governo de Angola, quando estes foram os únicos no mundo português colocaram um travão a estas seitas no seu território).
A esquerda em Portugal, que se diz humanista é progressista, mas cria condições para que a geração futura da comunidade cristã ancestral de Portugal abandone o seu território e a substitui por mohameds e seitas pentacostais…
Pessoas ignorantes, sem cultura ou pouco inteligentes haverá tanto na Direita, como na Esquerda, pelo que enveredar pelo maniqueísmo ideológico, como frequentemente acontece, assente na concepção dualista de “Direita”/”Esquerda”, não fará grande sentido…
Até porque antes de haver “Direita” ou “Esquerda”, haverá políticas e medidas que poderão ser boas ou más, independentemente das ideologias. Fazer depender a avaliação dessa qualidade exclusivamente das convicções ideológicas de cada um, é propiciar o enviesamento e a deturpação desse juízo. Ainda que aspirar à neutralidade da análise quando se avaliam tais políticas e medidas seja uma putativa quimera, sobretudo quando se milita cegamente na “Direita” ou na “Esquerda”…
A discórdia e a polémica costumam instalar-se quando, a propósito da análise e da crítica a determinadas acções governativas, se envereda pelo maniqueísmo ideológico, assente na concepção dualista de “Direita”/”Esquerda” e em alguns estereótipos que parecem profundamente enraizados:
– As políticas e as medidas provenientes da “Direita” são sempre concebidas por burgessos e matarruanos, aqueles indivíduos tidos como rudes, provincianos, grosseiros e intratáveis;
– As políticas e as medidas provenientes da “Esquerda” são sempre concebidas por “intelectuais” e “ungidos da intelligentsia”(Thomas Sowell), aqueles indivíduos tidos como civilizados, educados, polidos e urbanos…
Ora acontece que uma agressão será sempre um acto hostil e desrespeitoso para com alguém e um agressor também será sempre um malfeitor, independentemente de ser oriundo da “Esquerda” ou da “Direita”…
Diga-se a esse respeito, que os “coices” que foram infligidos pela dita Esquerda, a muitos cidadãos, pelo menos durante oito anos, não foram metafóricos, foram antes muito reais, “aleijaram” muito…
Fazer de conta que os coices da Esquerda não aleijam, que são sempre bem intencionados e dados com muito carinho, não parece intelectualmente honesto…
Desconfio que o actual Governo, tido como de Direita, também se preparará para infligir vários “coices” a muitos cidadãos, mas isso será discussão para mais tarde, quando existirem outras clarificações…
(A expressão coice(s) foi usada em sentido metafórico e não pretende ser ofensivo para ninguém).
Pessoas ignorantes, sem cultura ou pouco inteligentes haverá tanto na Direita, como na Esquerda, pelo que enveredar pelo maniqueísmo ideológico, como frequentemente acontece, assente na concepção dualista de “Direita”/”Esquerda”, não fará grande sentido…
Até porque antes de haver “Direita” ou “Esquerda”, haverá políticas e medidas que poderão ser boas ou más, independentemente das ideologias. Fazer depender a avaliação dessa qualidade exclusivamente das convicções ideológicas de cada um, é propiciar o enviesamento e a deturpação desse juízo. Ainda que aspirar à neutralidade da análise quando se avaliam tais políticas e medidas seja uma putativa quimera, sobretudo quando se milita cegamente na “Direita” ou na “Esquerda”…
A discórdia e a polémica costumam instalar-se quando, a propósito da análise e da crítica a determinadas acções governativas, se envereda pelo maniqueísmo ideológico, assente na concepção dualista de “Direita”/”Esquerda” e em alguns estereótipos que parecem profundamente enraizados:
– As políticas e as medidas provenientes da “Direita” são sempre concebidas por burgessos e matarruanos, aqueles indivíduos tidos como rudes, provincianos, grosseiros e intratáveis;
– As políticas e as medidas provenientes da “Esquerda” são sempre concebidas por “intelectuais” e “ungidos da intelligentsia”(Thomas Sowell), aqueles indivíduos tidos como civilizados, educados, polidos e urbanos…
Ora acontece que uma agressão será sempre um acto hostil e desrespeitoso para com alguém e um agressor também será sempre um malfeitor, independentemente de ser oriundo da “Esquerda” ou da “Direita”…
Diga-se a esse respeito, que os “coices” que foram infligidos pela dita Esquerda, a muitos cidadãos, pelo menos durante oito anos, não foram metafóricos, foram antes muito reais, “aleijaram” muito…
Fazer de conta que os coices da Esquerda não aleijam, que são sempre bem intencionados e dados com muito carinho, não parece intelectualmente honesto…
Desconfio que o actual Governo, tido como de Direita, também se preparará para infligir vários “coices” a muitos cidadãos, mas isso será discussão para mais tarde, quando existirem outras clarificações…
(A expressão coice(s) foi usada em sentido metafórico e não pretende ser ofensivo para ninguém).
Esquerda e direita são conceitos relativos. Remontam, como é do conhecimento geral, à distribuição dos grupos de deputados na assembleia constituinte após a revolução de 1789. Independentemente das respectivas conexões ideológicas — que seria interessante recordar —, integraram uma mudança política e social que passou pela formação da chamada ‘opinião pública’. Cabe, hoje, a cada um dar o seu contributo, os meios são mais que muitos. E assumir-se, sem artimanhas e sem coices. Pelo menos enquanto é permitido.
Peço desculpa por ter duplicado o comentário. No lugar onde me encontro existem alguns constrangimentos de rede de internet. Às vezes, fico sem saber se o comentário entrou ou não…
Mais uma estrela do Douro? Dispenso a etnologia.
Como sabe que quem escreve esse blogue são economistas? Tanto quanto vejo, os posts nesse blogue não são assinados por nomes reais.