
A diferença mais visível no dia de hoje entre Barack Obama e Manuela Ferreira Leite é que, enquanto a Provecta Senhora gostaria instalar o totalitarismo para "aperfeiçoar" a democracia e as instituições, o Presidente Americano utiliza a democracia para atrair, dar o exemplo e superar o totalitarismo.
Pequenas diferenças de postura política.

Obama num momento histórico.
Uma medida que marca a diferença entre quedar-se pela mera retórica ou fazer mesmo!
Só não consigo compreender a “colagem” de Manuela Ferreira Leite nesta entrada.
Muito bem! Este post é um bom candidato a melhor do ano: primeiro pelo deslumbramento com uma medida que até pelo Bush (santo Deus!!) foi aplicada; depois o totalitarismo de MFL.
Para isto ficar perfeito só faltou mais uma “coladela” de um qualquer assunto em que se pudesse chamar de grande estadista ao actual Primeiro Ministro!
O que é que uma decisão que repete o já feito por Clinton e Bush, como a notícia diz, «supera o totalitarismo»? Não acha que está a dar um toque muito épico a um acto administrativo de Washington? E porque é que compara o presidente EU>A à líder do PSD, que está na oposição e não tem poder? Acha mesmo que a senhora «gostaria de instalar o totalitarismo»? Que exagero, com argumentos destes ninguém pode leva-lo a sério..
O post está lindo, pouco demagógico. Notável a colagem da MFL. Amanhã, fale da contratação do Falcão e invente qualquer coisa para comparar com a MFL. Mas seja mais esforçado. Este, saiu-lhe muito mal.
Só não percebi muito bem, se a MFL quer instalar o totalitarismo o dobro do que está, duas vezes o dobro, o dobro a dividir por três, ou três a dividir pelo dobro de dois. Acho que vou perguntar à Lurdes Rodrigues. Não, pergunto ao Sócrates. Quer dizer, ao Walter. Enfim, o que vale é que só falta o dobro de um mês para se irem embora. Provavelmente com metade dos votos.
Os textos nem sempre nos saem bem. Depois de reler este umas horas depois não me custa admitir que não fui muito feliz na sua concepção. Não que algo do que diga seja falso, mas porque a associação não foi efectivamente a melhor e mais pertinente.
Isso não justifica o tom com que alguns comentaram. Mas infelizmente é um comuns nos anónimos. Quando escrevemos sem rosto é uma festa.
Os próximos sairão melhores.