
«O Deus da Paz afaste de todos os povos o horror da guerra, faça calar o ruído das armas, conceda harmonia e concórdia ao mundo.»
Dito hoje (em chinês) durante a Oração dos Fiéis, na Missa de Ano Novo presidida pelo Papa Leão XIV na Basílica de São Pedro

Acredite quem quiser.
Um Novo ano muito feliz para si e para todos e todas as pessoas que habitam este planeta, enquanto dura, são os meus melhores votos para amigos, conhecidos e todos que merecem a minha melhor empatia e para os que nem por isso, que o novo ano lhes traga a felicidade também.
Já se vai em quatro mil anos (?) disto, “plus chose, moins chose”…
JSP
Caro “Anónimo” / “JSP”…
“quatro mil anos (?)”?
“disto”?
“disto”, do quê?
P. S.: Continue com esse tipo de comentários…
João Barros da Costa
Sem ‘morte’ do que se é, não há ‘salvação’. Não é isto que a religião do Papa diz?
Logo, sem ‘guerra’ não há ‘evolução’.
Com ‘concórdia’ e ‘harmonia’ não há ‘transformação’.
Não é isso que está escrito nas religiões semíticas [judaísmo, catolicismo (seja no modo ortodoxo ou protestante) e islamismo], isto é, as religiões dos descendentes de Sem, filho de Noé (não é isso que está escrito no Antigo Testamento)?
Logo, este Papa está a cometer sacrilégio contra o que está escrito na sua própria religião.
E porque um gesto vale por muitas palavras, apreciei bastante o envio pelo Papa dos três camiões de ajuda humanitária para a Ucrânia no Natal.
Uma vez que a Ucrânia, apesar da sua desgraçada situação, nem será dos países mais necessitados de ajuda humanitária, estou em crer que o gesto valeu pelo manifesto apoio do Papa ao povo ucraniano – uma maneira indirecta, mas até nem demasiado subtil, de mostrar de que lado está. Aliás consonante com a simpatia e disponibilidade com que acolheu Zelensky no Vaticano.
Trump, que conta entre os seus muitos desvarios considerar-se um bom cristão, deve ter sido sensível ao remoque dos camiões humanitários. Já Putin terá sido consolado pelo Patriarca Maléfico, que ainda deve estar a digerir a alteração da data do dia de Natal na Ucrânia…
Só comprova que a religião tem cor partidária. Logo, é propaganda e patranha.
Será que a sua bíblia é aquela do outro que escreveu ” a religião é o ópio do povo”?
Cada religião tem a sua ‘bíblia’ e o seu ‘Papa’. E há muitas. Todas elas tentam capturar para si próprias a «relação humana com o Desconhecido». E não resistem a tentarem ter mais clientes do que as religiões concorrentes. Não há religião alguma que não tenham sido os ‘humanos’ a escreverem e interpretarem esses seus pretensos ‘deuses’ e ‘profetas’, que, obviamente, são projecções e imaginações desse ‘Desconhecido’.
A Bíblia deste Papa do Post, e da sua religião, até está escrita na Internet. basta clicar para lê-la.
E o que está lá escrito? Já leu?
O que ‘Deus’ disse a ‘Jesus’, quando, pregado na cruz, no estertor da crucificação, lhe pediu ajuda? Ou o que disse ‘Paulo’ no ‘epístola aos Coríntios’?:
— ‘Jesus’ pergunta e reclama: ‘Pai porque me fazes sofrer?’. Deus responde: “Só se morreres, e fores capaz de te transformares num ser diferente do que és conseguirás limpar os teus pecados. Só assim, transformado e purificado, conseguirás entrar no reino dos céus”.
E a Epístola de São Paulo aos Coríntios? Já Leu?:
— “(…) E em verdade, verdade vos digo Irmãos:
– O último inimigo que há-de ser aniquilado é a morte.
– Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória?
– Alguém dirá: Como ressuscitarão os mortos? E com que corpo virão?
– O que tu semeias não é vivificado, se primeiro não morrer.
– Semeia-se corpo natural, ressuscitará corpo espiritual.
– E agora vos digo, Irmãos: A carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus.
– E, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória.”