Calar o ruído das armas


Pedro Correia,

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«O Deus da Paz afaste de todos os povos o horror da guerra, faça calar o ruído das armas, conceda harmonia e concórdia ao mundo.»

Dito hoje (em chinês) durante a Oração dos Fiéis, na Missa de Ano Novo presidida pelo Papa Leão XIV na Basílica de São Pedro

8 comentários em “Calar o ruído das armas”

  1. Acredite quem quiser.
    Um Novo ano muito feliz para si e para todos e todas as pessoas que habitam este planeta, enquanto dura, são os meus melhores votos para amigos, conhecidos e todos que merecem a minha melhor empatia e para os que nem por isso, que o novo ano lhes traga a felicidade também.

    1. Caro “Anónimo” / “JSP”…

      “quatro mil anos (?)”?
      “disto”?
      “disto”, do quê?

      P. S.: Continue com esse tipo de comentários…

      João Barros da Costa

  2. Sem ‘morte’ do que se é, não há ‘salvação’. Não é isto que a religião do Papa diz?
    Logo, sem ‘guerra’ não há ‘evolução’.
    Com ‘concórdia’ e ‘harmonia’ não há ‘transformação’.
    Não é isso que está escrito nas religiões semíticas [judaísmo, catolicismo (seja no modo ortodoxo ou protestante) e islamismo], isto é, as religiões dos descendentes de Sem, filho de Noé (não é isso que está escrito no Antigo Testamento)?
    Logo, este Papa está a cometer sacrilégio contra o que está escrito na sua própria religião.

  3. E porque um gesto vale por muitas palavras, apreciei bastante o envio pelo Papa dos três camiões de ajuda humanitária para a Ucrânia no Natal.
    Uma vez que a Ucrânia, apesar da sua desgraçada situação, nem será dos países mais necessitados de ajuda humanitária, estou em crer que o gesto valeu pelo manifesto apoio do Papa ao povo ucraniano – uma maneira indirecta, mas até nem demasiado subtil, de mostrar de que lado está. Aliás consonante com a simpatia e disponibilidade com que acolheu Zelensky no Vaticano.
    Trump, que conta entre os seus muitos desvarios considerar-se um bom cristão, deve ter sido sensível ao remoque dos camiões humanitários. Já Putin terá sido consolado pelo Patriarca Maléfico, que ainda deve estar a digerir a alteração da data do dia de Natal na Ucrânia…

        1. Cada religião tem a sua ‘bíblia’ e o seu ‘Papa’. E há muitas. Todas elas tentam capturar para si próprias a «relação humana com o Desconhecido». E não resistem a tentarem ter mais clientes do que as religiões concorrentes. Não há religião alguma que não tenham sido os ‘humanos’ a escreverem e interpretarem esses seus pretensos ‘deuses’ e ‘profetas’, que, obviamente, são projecções e imaginações desse ‘Desconhecido’.

          A Bíblia deste Papa do Post, e da sua religião, até está escrita na Internet. basta clicar para lê-la.

          E o que está lá escrito? Já leu?

          O que ‘Deus’ disse a ‘Jesus’, quando, pregado na cruz, no estertor da crucificação, lhe pediu ajuda? Ou o que disse ‘Paulo’ no ‘epístola aos Coríntios’?:
          — ‘Jesus’ pergunta e reclama: ‘Pai porque me fazes sofrer?’. Deus responde: “Só se morreres, e fores capaz de te transformares num ser diferente do que és conseguirás limpar os teus pecados. Só assim, transformado e purificado, conseguirás entrar no reino dos céus”.

          E a Epístola de São Paulo aos Coríntios? Já Leu?:
          — “(…) E em verdade, verdade vos digo Irmãos:
          – O último inimigo que há-de ser aniquilado é a morte.
          – Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória?
          – Alguém dirá: Como ressuscitarão os mortos? E com que corpo virão?
          – O que tu semeias não é vivificado, se primeiro não morrer.
          – Semeia-se corpo natural, ressuscitará corpo espiritual.
          – E agora vos digo, Irmãos: A carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus.
          – E, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória.”

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