Candidatas às frases mais ridículas do ano


Pedro Correia,

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«Da guerra. Trata-se de uma tragédia, sobretudo para os ucranianos, e para a esquerda também não é boa.»

«Quem sente em si anticomunismo deve verificar se não encontra também fascismo.»

«Devo criticar uma pessoa racializada em frente a alguém que sei ser racista? Diria que não.»

«Ninguém de esquerda pode sentir prazer em assistir ao linchamento de um partido como o PCP.»

«O PCP, contrariamente ao que seria previsível, pode sair daqui com vigor.»

«O que querem os anticomunistas? Acabar com o PCP. O que vão conseguir? Talvez dar-lhe um novo alento.»

 

Carmo Afonso, colunista da última página do Público de hoje

17 comentários em “Candidatas às frases mais ridículas do ano”

      1. Dá a ideia, do princípio ao fim, que esta colunista do Público nunca escreve aquilo que realmente pensa. Portanto saem-lhe estas frases contorcidas e retorcidas, cheias de contracurvas e polvilhadas de etiquetas geográficas. À polícia sinaleiro.

        1. Já enviei para o correio dos leitores do Público, dois mails a criticar a pequena,
          Foram ambos publicados e curiosamente no dia a seguir vêm um ou dois textos na defesa da rapariga. Este foi o último que enviei a propósito da critica feroz que fez a Carlos Moedas por se ter irritado com uma “bloca”, na CMLisboa, ao mesmo tempo que justificava a irritação do PM Costa quando foi confrontado por idoso durante a campanha eleitoral:
          “Ordenações Afonsinas
          No seu artigo de hoje, Carmo Afonso dá razão aqueles, como eu, denunciam a sobranceria ideológica da esquerda pedante que divide os cidadãos em bons, os da esquerda e maus os da direita.
          O direito à irritação e à crítica estão reservados aos novos censores dos costumes, os de esquerda sobretudo a “bem”
          À direita fica reservado o direito a pedir desculpa de tudo e mais alguma coisa, para além de “ordenação” do come e cala.
          E assim, entre a cegueira e a cretinice esta esquerda se vai esfumando.
          Que descanso em paz “”

          1. Não li esse texto que menciona. Li este que trago aqui – e a carta-aberta publicada no Expresso contra o alegado “pensamento único” (em Portugal e na UE, não Rússia) assinada por essa senhora mais 19 firmantes.
            Fiquei elucidado.

  1. Eu bem que gostava de saber como é que alguém a escrever de forma tão medíocre (nem vou falar do pensamento, só mesmo da prosa) chegou à última página do Público. Enfim.

        1. Um jornal que tem comentadores de extrema esquerda é extremista por definição. Como é extremista no Clima, Aborto e em mais uma data de coisas.

          O Publico já colocou fotos de aves contaminados por derrames de petróleo, já alguma vez colocou fotos de aves mortas pelos moinhos dos parques eólicos?

          1. Pessoas que vivem viciadas em etiquetas e só conseguem argumentar em função delas. Você não pode criticar a plumitiva do Público pois tem uma cabeça formatada como a dela

            1. O luck tem as teorias dele, mas já provou ser democrático. O Público ainda não provou que não é um pasquim do Bloco.

    1. Têm todo o palco mediático, ela e os outros 19, e ainda falam em pensamento único.
      Este texto, aliás, no meio dos contorcionismos e das contracurvas, advoga precisamente o pensamento único.
      Se críticas isto és fascista, se criticas aquilo é racista…

      Talvez a autora nem se tenha apercebido como escorregou numa casca de banana que ela própria atirou ao chão.

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