
«Da guerra. Trata-se de uma tragédia, sobretudo para os ucranianos, e para a esquerda também não é boa.»
«Quem sente em si anticomunismo deve verificar se não encontra também fascismo.»
«Devo criticar uma pessoa racializada em frente a alguém que sei ser racista? Diria que não.»
«Ninguém de esquerda pode sentir prazer em assistir ao linchamento de um partido como o PCP.»
«O PCP, contrariamente ao que seria previsível, pode sair daqui com vigor.»
«O que querem os anticomunistas? Acabar com o PCP. O que vão conseguir? Talvez dar-lhe um novo alento.»
Carmo Afonso, colunista da última página do Público de hoje

A alfarroba algarvia deve andar cannabizada, só pode
Adoro alfarroba – o fruto. E alfarrobeira – a árvore. Sairei sempre em defesa do bom nome de ambas. Das genuínas.
heheheheh ….. e nem misturam tabaco …
Dá a ideia, do princípio ao fim, que esta colunista do Público nunca escreve aquilo que realmente pensa. Portanto saem-lhe estas frases contorcidas e retorcidas, cheias de contracurvas e polvilhadas de etiquetas geográficas. À polícia sinaleiro.
Já enviei para o correio dos leitores do Público, dois mails a criticar a pequena,
Foram ambos publicados e curiosamente no dia a seguir vêm um ou dois textos na defesa da rapariga. Este foi o último que enviei a propósito da critica feroz que fez a Carlos Moedas por se ter irritado com uma “bloca”, na CMLisboa, ao mesmo tempo que justificava a irritação do PM Costa quando foi confrontado por idoso durante a campanha eleitoral:
“Ordenações Afonsinas
No seu artigo de hoje, Carmo Afonso dá razão aqueles, como eu, denunciam a sobranceria ideológica da esquerda pedante que divide os cidadãos em bons, os da esquerda e maus os da direita.
O direito à irritação e à crítica estão reservados aos novos censores dos costumes, os de esquerda sobretudo a “bem”
À direita fica reservado o direito a pedir desculpa de tudo e mais alguma coisa, para além de “ordenação” do come e cala.
E assim, entre a cegueira e a cretinice esta esquerda se vai esfumando.
Que descanso em paz “”
Não li esse texto que menciona. Li este que trago aqui – e a carta-aberta publicada no Expresso contra o alegado “pensamento único” (em Portugal e na UE, não Rússia) assinada por essa senhora mais 19 firmantes.
Fiquei elucidado.
Eu bem que gostava de saber como é que alguém a escrever de forma tão medíocre (nem vou falar do pensamento, só mesmo da prosa) chegou à última página do Público. Enfim.
Medíocre menos. É isso. Redacção mal amanhada. Parece prosa de amanuense.
Nunca fui grande fã do Rui Tavares, mas caramba, passar do Tavares para a Afonso é mesmo passar de cavalo para burro…
Em comparação, Tavares merece o Prémio Gazeta da Crónica.
É simples o Publico é um jornal extremista.
Lá vem você com os chavões. Também é candidato à última página desse jornal?
Um jornal que tem comentadores de extrema esquerda é extremista por definição. Como é extremista no Clima, Aborto e em mais uma data de coisas.
O Publico já colocou fotos de aves contaminados por derrames de petróleo, já alguma vez colocou fotos de aves mortas pelos moinhos dos parques eólicos?
Pessoas que vivem viciadas em etiquetas e só conseguem argumentar em função delas. Você não pode criticar a plumitiva do Público pois tem uma cabeça formatada como a dela
O luck tem as teorias dele, mas já provou ser democrático. O Público ainda não provou que não é um pasquim do Bloco.
Digna descendente de Melchior e Palma Cavalão…
JSP
Têm todo o palco mediático, ela e os outros 19, e ainda falam em pensamento único.
Este texto, aliás, no meio dos contorcionismos e das contracurvas, advoga precisamente o pensamento único.
Se críticas isto és fascista, se criticas aquilo é racista…
Talvez a autora nem se tenha apercebido como escorregou numa casca de banana que ela própria atirou ao chão.