Alma Minha Gentil que te Partiste, Luís Cília
(Álbum: La Poésie Portugaise de nos Jours et de Toujours, 1967)
Alma minha gentil, que te partiste
Tão cedo desta vida descontente
Repousa lá no Céu eternamente
E viva eu cá na terra sempre triste.
Alma Minha Gentil que te Partiste, Luís Cília
(Álbum: La Poésie Portugaise de nos Jours et de Toujours, 1967)
Alma minha gentil, que te partiste
Tão cedo desta vida descontente
Repousa lá no Céu eternamente
E viva eu cá na terra sempre triste.
Lindo. Como gostaria de ter vivido nesse tempo de galantaria e Romantismo.
Depois também teria um gentil homem, espadachim valente e poeta romântico a alindar a minha vida com a belíssima poesia.
Matilde minha que ficaste
Se bem que tanto tardaste.
Repousa lá no leito docemente
E viva eu neste mundo sempre contente.
Isso é que era felicidade.
Sem ter de aturar Trump nem Putin
E outros malvados que vivem perto de mim.