Cantar Camões (62)


Pedro Correia,

Se Me Levam Águas, Luís Cília

(Álbum: La Poésie Portugaise de nos Jours et de Toujours, 1967)

Se de saudade
morrerei ou não,
meus olhos dirão
de mim a verdade.
Por eles me atrevo
a lançar as águas
que mostrem as mágoas
que nesta Alma levo.

Um comentário em “Cantar Camões (62)”

  1. Interessante.
    Algumas pessoas cantaram poesia do Luís Vaz de Camões
    (1524 ou 1525 – 1580). Destaco a eterna Amália Rodrigues.
    Conheci-a em 1970 ou em 1971. Eu andava a estudar no
    JARDIM-INFANTIL LUSO-SUÍÇO (actual COLÉGIO LUSO-SUÍÇO)
    (Rua de Santo Amaro, à Estrela) (em Lisboa) situado perto da casa dela (actual FUNDAÇÃO AMÁLIA RODRIGUES), na Rua de São Bento, e ela meteu-se comigo quando eu ía para a escola.
    Eu tinha nove ou dez anos de idade e ela andava por ali. Foi
    de manhã. Nunca mais a vi.

    Em relação ao Camões recomendo o seguinte livro:

    HISTÓRIA DA LITERATURA PORTUGUESA
    António José Saraiva
    Óscar Lopes
    Porto Editora, Lda.
    Porto
    1975
    Nota – 8.ª edição corrigida e atualizada.
    Nota – Ver as páginas 329 a 374.

    João Barros da Costa

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