Se Me Levam Águas, Luís Cília
(Álbum: La Poésie Portugaise de nos Jours et de Toujours, 1967)
Se de saudade
morrerei ou não,
meus olhos dirão
de mim a verdade.
Por eles me atrevo
a lançar as águas
que mostrem as mágoas
que nesta Alma levo.
Se Me Levam Águas, Luís Cília
(Álbum: La Poésie Portugaise de nos Jours et de Toujours, 1967)
Se de saudade
morrerei ou não,
meus olhos dirão
de mim a verdade.
Por eles me atrevo
a lançar as águas
que mostrem as mágoas
que nesta Alma levo.
Interessante.
Algumas pessoas cantaram poesia do Luís Vaz de Camões
(1524 ou 1525 – 1580). Destaco a eterna Amália Rodrigues.
Conheci-a em 1970 ou em 1971. Eu andava a estudar no
JARDIM-INFANTIL LUSO-SUÍÇO (actual COLÉGIO LUSO-SUÍÇO)
(Rua de Santo Amaro, à Estrela) (em Lisboa) situado perto da casa dela (actual FUNDAÇÃO AMÁLIA RODRIGUES), na Rua de São Bento, e ela meteu-se comigo quando eu ía para a escola.
Eu tinha nove ou dez anos de idade e ela andava por ali. Foi
de manhã. Nunca mais a vi.
Em relação ao Camões recomendo o seguinte livro:
HISTÓRIA DA LITERATURA PORTUGUESA
António José Saraiva
Óscar Lopes
Porto Editora, Lda.
Porto
1975
Nota – 8.ª edição corrigida e atualizada.
Nota – Ver as páginas 329 a 374.
João Barros da Costa