Descubro tarde, mas muito a tempo, que o reparo que fiz à (fraca) primeira manchete do "i" desagradou a Paulo Pinto Mascarenhas, que pelos vistos trabalha lá, e que este decidiu lançar-me uma fatwa: na sua opinião, eu não sou digna de comentar o jornal.
Preparava-me para uma resposta à altura do ataque – mas menos boçal – quando vi nos comentários que Pedro Correia, João Távora e Nuno Ramos de Almeida sairam generosamente em minha defesa. A generosidade funcionou, aliás, nos dois sentidos: a condescedência que o trio improvável teve para com PPM obriga-me a pensar que se calhar o rapaz não é má pessoa, apenas não percebeu ainda que, de repente, tudo muda.
Aproveito, pois, o Dia do Vizinho e o tom levemente melancólico que vejo no Delito para dizer ao Pedro, ao João e ao Nuno: obrigada, vizinhos.

Só para ter a pronta solidariedade de três chevaliers servants da qualidade dos que acorreram em tua defesa, já valeu a pena o incidente. Estou a ponderar, muito seriamente, em dizer também mal das manchetes do “i”… 😉
LOL
ehehehe. Valeu!
:))
“não percebeu ainda que, de repente, tudo muda”
Lindo!
Não tens de quê, vizinha.
Honestamente, não sei ainda dizer se o “i” é bom ou mau jornal. O que posso dizer é que comprei o primeiro número e não fiquei freguês.
A prática costuma se eloquente!
:))
Também não fiquei cliente, Joaquim.
Creio que sairiam sempre, Cristina. Independentemente de concordarem consigo e atendendo à forma como o Paulo Pinto Mascarenhas reagiu ao seu reparo. Os cavalheiros comportam-se assim.
Não concordo consigo, Mike. Acho que o fizeram porquesão verdadeiros democratas.
É preciso ter lata, Cristina, não te reconhecerem direito de comentar um jornal. Tens a minha solidariedade obviamente.
Gosto de estar aqui.
Não tem por acaso a D. Cristina uma pinga de azeite que dispense ? 🙂
Só um raminho de salsa.