Sensibilidade estética. Requinte literário. Um olhar original sobre o mundo e a vida. Persistência, por amor à escrita. Entre confidências como esta: «Fui revendo as minhas múltiplas obsessões, como o cristianismo e as suas variante e heresias, a definição e a descoberta da vida, a ciência, o bem e o mal, o compromisso social, os policiais, os clássicos, a poesia, a revolução, a política.»
Ali lemos frases dignas de aplauso. Eis uma: «Deve ser esta mais uma das ferramentas das ditaduras: a mudez perante o indizível.»
Sofia Loureiro dos Santos – agora em nova morada digital – no lugar de sempre. A Defender o Quadrado.
É o nosso blogue da semana.
