Uma semana depois


Pedro Correia,

 

Decorrida a primeira semana do DELITO DE OPINIÃO no novo endereço, é o momento adequado para registar aqui os ecos favoráveis que temos recebido. Tanto da parte de leitores recentes como antigos, sendo estes, em regra, os mais renitentes às mudanças. Mesmo tratando-se de mudanças forçadas, como foi o caso.

Sinto-me naturalmente muito satisfeito. E posso dizê-lo sem elogio implícito em causa própria, pois fui dos que menos contribuíram para estas novas instalações onde nos encontramos.

Ao contrário de mim, houve quem tivesse participação decisiva nesta etapa da vida do blogue, iniciada a 24 de Junho, Dia de São João. Refiro-me precisamente ao João André e sobretudo ao João Sousa, cuja sabedoria técnica foi posta com brilhantismo ao serviço deste projecto colectivo que continua a animar-nos.

 

É também com inegável agrado que registo aqui uma das mensagens que mais me sensibilizaram, ainda por cima expressa em público: a de Francisco Seixas da Costa.

«Aconselho vivamente os meus leitores a visitarem o renovado “Delito de Opinião”. Eu fá-lo-ei com regularidade», escreveu no seu blogue, Duas ou Três Coisas, fundado menos de um mês após ter aparecido o DELITO. O que sempre me levou a encarar o embaixador como nosso compagnon de route.

Palavras que não ignoro serem genuínas e exprimirem uma simpatia que pela minha parte lhe retribuo sem favor algum. Mesmo que a política ocasionalmente nos afaste, a gastronomia e as leituras continuam a aproximar-nos. Cada vez mais convictos de que as opiniões unânimes são uma insuportável chatice.

Dezassete anos de obituários no DELITO (6)


Pedro Correia,

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Pedro Rolo Duarte (1964-2017). «Ao contrário do que é mau costume entre nós, nunca lhe faltou capacidade de admiração. Lançou e promoveu vários jornalistas, com uma generosidade rara, e não se deixava contaminar pelo vírus da inveja: nisto, e se calhar só mesmo nisto, parecia pouco português.»

 

Peter Bogdanovich (1939-2022). «Chegou a ser um dos meus realizadores favoritos. Por filmes como A Última Sessão (1971) e Lua de Papel (1973). Pertencia à geração de George Lucas, Martin Scorsese e Francis Ford Coppola, que sacudiu a poeira acumulada nos velhos estúdios da Califórnia, refrescando e revitalizando o cinema.»

 

Pôncio Monteiro (1940-2010). «Nada artificial, nada postiço. Dizia o que realmente sentia e o que realmente pensava, com o coração ao pé da boca, sem nunca deixar de ser um gentleman. Há poucos como ele: basta reparar noutros comentadores de futebol, noutros canais, para se perceber a diferença. Até por isso, o vazio que deixa será mais difícil de preencher.»

 

Quino (1932-2020). «O argentino Joaquín Salvador Lavado Tejón (imortalizado com o nome artístico Quino, diminutivo que era aumentativo) não conseguiria hoje encontrar espaço para publicar as suas vinhetas. Muito menos de exportá-las para o mundo inteiro, como sucedeu com a Mafalda. Basta ver o que acontece cá: a banda desenhada desapareceu dos jornais.»

 

Riccardo Ehrman (1929-2021). «Trocou em 1991 Berlim por Madrid, onde chefiou a delegação da agência até se aposentar e ali se radicou até ao fim da vida. Certamente orgulhoso de ter cumprido a sua obrigação profissional naquele dia inesquecível. Assumindo o único verdadeiro poder de um jornalista: o de fazer perguntas. Esqueçam as tretas do “quarto poder”: não existe nenhum outro.»

 

Rubem Fonseca (1925-2020). «Não era um teórico, não perdia tempo com divagações a pretexto da escrita, fugia dos festivais literários, vivia há longos anos como recluso no seu apartamento do Leblon, quase não concedia entrevistas (…). O marketing hoje associado à função de escritor passava-lhe ao lado. Imortal pelo dom da palavra: eis a recompensa que o destino reserva às grandes vocações literárias, a troco dos novos mundos que desvendam e nos transmitem por legado.» 

 

Santiago Carrillo (1915-2012). «Desaparece no momento em que nacionalistas radicais e extremistas de esquerda vociferam contra a lei fundamental e o espírito de conciliação que caracterizou as últimas décadas da política espanhola. Com isso, procuram destruir o admirável legado de lucidez e tolerância que Santiago Carrillo soube legar aos seus compatriotas. Consciente de que as fogueiras do passado podem sempre regressar, lançando cinzas irreversíveis sobre a Espanha do futuro.»

 

Sebastião Fernandes (1947-2018). «Manteve-se no seu posto gastronómico até ao fim – embaixador informal da bela Goa em Lisboa. Terras irmãs – unidas pela história, pela língua, por crenças e costumes. Unidas pela gastronomia, com tantas influências mútuas. Séculos antes de ter sido popularizada a palavra globalização.»

 

Shirley Temple (1928-2014). «Regressei por momentos àquela sala, àquele pesado televisor Blaupunkt de válvulas, àquelas imagens a preto e branco, à companhia da minha mãe outra vez muito jovem ensinando-me a gostar de cinema enquanto me explicava sem explicar que um filme é sempre mais que um filme. Ao ver a Shirley-menina, também ela voltava à meninice. E neste momento em que escrevo o miúdo sou eu só por disso me lembrar também.»

 

Sidney Poitier (1927-2022). «Pioneiro ao quebrar as barreiras raciais numa América ainda segregada. Primeiro actor negro a receber o Óscar para melhor intérprete masculino em Hollywood – por Lírios do Campo, em 1963. Só 40 anos depois houve outro a conseguir o mesmo: Denzel Washington, galardoado pela sua actuação em Dia de Treino

 

Sócrates (1954-2011). «Um dos jogadores mais influentes dessa selecção declarou, em jeito de remate: “A coisa mais gostosa era jogar ali, era uma delícia.” Palavras de um homem que encarava o futebol como arte e não como indústria. Era um verdadeiro desportista: Sócrates Brasileiro Sampaio de Souza Vieira de Oliveira, agora falecido aos 57 anos. Um dos meus heróis não volta a jogar.»

 

Tom Moore (1920-2021). «Mesmo frágil, mesmo muito idoso, mesmo caminhando com manifesta dificuldade, este veterano da II Guerra Mundial soube ser um homem inteiro até ao fim. Combatendo o coronavírus como pôde. Fazendo muito mais do que quase todos – sem lamentos, sem lamúrias, sem choraminguices. Sem o menor vestígio de ódio. Dando-nos a todos uma vibrante lição de vida.»

 

Toots Thielemans (1922-2016). «Legou-nos a música – e também esta suave sabedoria de vida que conservou até ao fim. Gigante sem parecer que o era, rumo ao pôr-do-sol enquanto os mágicos acordes da sua harmónica soavam já na eternidade.»

 

Václav Havel (1936-2011). «Com uma oratória persuasiva e galvanizadora, apelou às melhores energias dos compatriotas que o ajudaram a derrubar a burocracia despótica do “socialismo real” checoslovaco, espécie de estalinismo mitigado, medíocre máquina trituradora de aspirações e sonhos. Na pátria de Kafka, esta foi uma das revoluções mais bem sucedidas de que há memória.»

 

Vasco Graça Moura (1942-2014). «Fica-nos dele a memória de um intelectual à moda antiga: alguém que nunca deixa a cultura para segundo plano sem perder um olhar crítico perante a actualidade, como demonstra o seu último texto, publicado há quatro dias no Díário de Notícias. Fica-nos também o exemplo: devemos travar um combate persistente e bem fundamentado pelas causas que acreditamos serem justas.»

 

Vasco Pulido Valente (1941-2020). «Ensinou muitos de nós a reflectir, a ponderar, a argumentar, a desafiar os bonzos da opinião, a questionar os dogmas soprados no vento, a ripostar sem medo. Por vezes à custa de si próprio, pois consumiu-se sem remissão na contingente espuma dos dias (…). Eis o fardo insustentável de um comentador – mesmo o melhor de todos. Não vejo hoje ninguém que possa equiparar-se a ele. Vai fazer-nos muita falta.»

 

Vicente Jorge Silva (1945-2020). «Era um prazer ouvi-lo discorrer sem travão sobre os mais diversos assuntos, saltando de tema em tema, mas sempre com um encadeado lógico. Escrevia desta forma, como se estivesse em permanente diálogo com o leitor – e também com ele próprio. Cheio de dúvidas metódicas, sem certezas inabaláveis. Mas sempre atento ao “desconcerto do mundo”, como bem expressa a redondilha camoniana.»

 

Walter Cronkite (1916-2009). «Era um jornalista a cem por cento. Fez de tudo na profissão, esteve em todos os momentos decisivos da história que lhe coube em sorte testemunhar. Foi repórter na II Guerra Mundial, acompanhou o Dia D, cobriu os julgamentos de Nuremberga, chefiou a delegação da CBS em Moscovo no tempo da Guerra Fria, regressou à reportagem de guerra no Vietname, relatou a histórica emissão da conquista da Lua há exactamente 40 anos, acompanhou de perto o caso Watergate.»

Dezassete anos de obituários no DELITO (1)


Pedro Correia,

 

Desde 2009, ano da fundação deste blogue, escrevi aqui dezenas de obituários. Acabo de contabilizá-los: terão sido cento e oito. (Não garanto que a lista esteja completa.)

De portugueses e estrangeiros, de figuras célebres ou pouco famosas, de gente que tive o privilégio de conhecer pessoalmente ou de quem apenas tomei conhecimento por ver, ouvir e ler.

Uns mais sentidos, outros mais formais. Uns mais extensos, outros mais sucintos. Mas todos, creio, merecendo uns minutos de releitura e talvez de comentário. 

Em seis dias consecutivos, a partir de hoje, deixo-vos uma súmula desses textos organizados por ordem alfabética – a benefício de inventário, como testemunho ou documento, para registo histórico. Porque a História com maiúscula vai sendo escrita, em forma de rascunho, também aqui.

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Adolfo Suárez (1932-2014). «Ninguém como ele — a par do Rei Juan Carlos — fez tanto para pôr fim às “duas Espanhas” que sempre se encararam com ódio homicida e visceral. Ninguém como ele acabou por ser tão desprezado por ambas — numa prova evidente de que a política devora muitos dos seus melhores talentos. E só a doença, somada aos dramas familiares que o afectaram, acabou por reabilitá-lo junto de quase todos quando não podia fazer sombra a ninguém.»

 

Adriano Moreira (1922-2022). «Apaga-se aos cem anos, recém-completados. Numa espécie de círculo perfeito, tanto quanto pode ser uma existência humana – que, mesmo quando longa, nunca deixa de ser breve.»

 

Albano Matos (1955-2015). «Há poucos meses, foi injustamente afastado do DN numa “reestruturação” (eufemismo modernaço e parolo para evitar a todo o custo a incómoda palavra despedimento) do jornal a que permaneceu teimosamente fiel durante 26 anos. Mais do que a esmagadora maioria dos casamentos contemporâneos, quase o decurso de uma vida.»

 

Alexei Navalny (1976-2024). «Detido, à margem de todas as regras civilizacionais. Torturado. Condenado a 19 anos de cárcere por delito de opinião. Tratado como lixo humano, partilhando cárcere com violadores e pedófilos. Empurrado para uma das cloacas do planeta, um local com 45 graus negativos para onde o czarismo e o estalinismo desterravam milhares de presos políticos.»

 

Amy Winehouse (1983-2011). «Havia um funesto destino a marcar encontro com ela há muito tempo. Tinha um talento vocal ímpar – bem expresso nas interpretações que nos deixou em temas como Back to BlackRehabLove is a Losing Game e You know I’m no good – e, ao mesmo tempo, uma absoluta incapacidade para lidar com a fama.»

 

António Almeida Santos (1926-2016). «Guardarei dele a memória de um senhor sábio e paciente, de pose amena e voz pausada, cioso da sua privacidade sem esquecer que nenhum homem é uma ilha, capaz de resistir à cruel erosão do tempo como se o calendário fosse um aliado e não um inimigo. Daí ter permanecido interventivo e activo até ao fim.»

 

António Borges Coelho (1927-2025). «Militante do PCP até 1991 e preso político na ditadura, este professor universitário transmontano deixou-nos um trabalho sério, com títulos como Raízes da Expansão Portuguesa A Revolução de 1383. Comprometido com o rigor factual e a pedagogia da tolerância cívica, flagrante nos seus escritos.»

 

António Dias Lourenço (1915-2010). «Tive o privilégio de falar algumas vezes com ele: já com uma idade muito avançada, mantinha a fibra de resistente. Era uma lenda viva entre os comunistas mas jamais se comportava como tal. E nunca o ouvi referir-se a um adversário político em termos deselegantes, o que é um exemplo para muitos outros que são incapazes de separar a crítica do insulto e confundem o confronto de posições com a piada rasteira ou a insinuação soez.»

 

António Feio (1954-2010). «Há pouco mais de um mês vi-o ser entrevistado pela Fátima Lopes na televisão: bastou ver o seu rosto, ouvir a sua fala já arrastada e algo hesitante, reparar naquele olhar que parecia já despojado da centelha da vida para se perceber cruamente que o fim estava próximo. Chegou agora, mais cedo do que muitos esperavam – a morte chega sempre cedo de mais. Os vampiros com carteira profissional de jornalista têm de procurar novos alvos.»

 

António-Pedro Vasconcelos (1939-2024). «Apreciava uma boa conversa, uma boa refeição, um bom jogo de futebol. Homem multifacetado, por vezes contraditório, com amigos de todas as idades e convicções. Homem que não escondia aquilo de que gostava nem o que detestava, sem se refugiar em meias-palavras e recusando precauções sonsas, tão frequentes em Portugal. Homem que amava a arte porque amava a vida.»

 

Aretha Franklin (1942-2018). «Ela sim, genial. Ela sim, uma das gigantescas personalidades do mundo da música popular, em que deixou o seu traço singular muito para além do rótulo de “rainha da soul” que lhe colaram os cultores de etiquetas.»

 

Artur Correia (1950-2016). «Iria tornar-me adulto, depois rumei a outras paragens, não regressei com o meu pai ao futebol – nem em pensamento. Até agora, mal soube que o Artur perdera a última partida no traiçoeiro campeonato da vida. Voltei a abrir a velha caderneta, desenterrei os autógrafos do pó do arquivo, imaginei-me a falar com uma remota voz infantil. E senti que o Pai me escutava, de polegar erguido, apaziguando todos os meus receios: “Tenho a certeza de que vamos vencer.”»

 

Bebo Valdés (1918-2013). «Quando Fidel mandou expropriar os 955 bares e cabarés existentes na capital cubana, em Março de 1968, Bebo percebeu que era tempo de partir. A mãe fê-lo prometer que não regressaria enquanto vigorasse a ditadura e ele cumpriu a promessa: disse adeus à ilha, tornou-se cidadão do mundo. A Havana que transportava consigo era uma Havana mítica, há muito sepultada na poeira da memória.»

 

Ben Bradlee (1921-2014). «Permaneceu dez mil dias à frente do Post. Saiu em 1991, sob uma ovação imensa dos jornalistas, retirando-se para a sua propriedade rural, onde redigiu este livro, lançado em 1995. Sob a sua liderança, o diário ganhou 18 prémios Pulitzer e firmou-se como um dos grandes títulos mundiais, conquistando uma sólida reputação de independência – o melhor certificado de nobreza de qualquer jornal.»

 

Carlos do Carmo (1939-2021). «Esta é a dimensão do seu legado que mais deve ser valorizada: o tributo que prestou à língua de Camões, Pessoa, Sophia, O’ Neill e Cesariny. Tão desprezada, tão escarnecida, tão maltratada até por aqueles que tinham como dever cívico e obrigação institucional defendê-la.  Vamos continuar a escutá-lo. Como ele merece. E o nosso belo idioma também.»

 

Carlos Santos Pereira (1950-2021). «Foi meu editor, mais tarde fui eu editor dele, mas entre nós nunca houve hierarquias nem galões: comportávamo-nos como soldados rasos do mesmo ofício, que só resulta quando é exercido com paixão. Fascinante ofício, o mais belo do mundo, como dizia Albert Camus.»

 

Carme Chacón (1971-2017). «Quase ascendeu à liderança do PSOE no fim do mandato de Rodríguez Zapatero, quase ascendeu ao posto máximo dos socialistas catalães, a região de onde era natural, quase teve a maioria da esquerda moderada espanhola a seus pés. Tempos irrepetíveis: do fulgor da fama à penumbra do esquecimento foi um curto passo, antes impensável. Bem demonstrativo de como é ilusória e transitória a espuma da política.»

 

Chavela Vargas (1919-2012). «Mexicana de adopção e coração, sonhou e cantou até ao fim: a sua voz inconfundível apagou-se ontem, aos 93 anos. Mas continuará a ser admirada pelas gerações futuras que a escutarão décadas adiante em temas imortais como Adoro, La Llorona, Obsesion, Volver, Cruz de Olvido, No soy de aquí, ny soy de allá

 

Chuck Norris (1940-2026). «Sempre de bom humor, ele comentava assim a passagem do tempo: “Eu não envelheço, subo de nível.” Gosto imenso desta frase: já a tornei minha. Desaparece agora, aos 86 anos, no belo Havai onde estava há muito radicado. Apetece-me passar o fim-de-semana a rever as cassetes VHS de Walker, Ranger do Texas

2025: o meu ano em doze imagens


Pedro Correia,

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Janeiro: Rotunda da Boavista, Porto

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Fevereiro: casa de chá da Boa Nova, Leça da Palmeira

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Março: Alhandra, à beira-Tejo

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Abril: missa de Domingo de Páscoa, Lisboa

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Maio: Lisboa, freguesia de Alvalade (Sporting bicampeão)

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Junho: Darwin’s Café, Lisboa

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Julho: Pombal, Festas do Bodo

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Agosto: praia do Sul, Ericeira

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Setembro: ilha de Ísquia, Nápoles

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Outubro: Lisboa, apresentação d’O Último Avô, de Afonso Reis Cabral

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Novembro: baía de Cascais

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Dezembro: Berlengas vistas da praia da Areia Branca, Lourinhã

Dezassete anos e 52.748 postais depois


Pedro Correia,

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O DELITO DE OPINIÃO nasceu faz hoje 17 anos. Releio o primeiro postal aqui publicado, em jeito de estatuto editorial, e julgo não haver razão para mudar uma vírgula desse texto. Muito antes pelo contrário.

É o momento certo e o dia mais indicado para reproduzi-lo nas linhas que se seguem.

 

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DELITO DE OPINIÃO, como o nome indica, é um blogue apostado na reflexão e na análise dos mais diversos temas relacionados com a actualidade, sem receio de exprimir convicções claras e fortes nem de confrontar opiniões numa sociedade onde se regista um défice permanente de debate.

 

1. É um blogue não programático, o que não significa ausência de convicções. E é um blogue que considera o exercício da crítica um valor permanente numa sociedade democrática.

 

2. É um blogue que acompanha os assuntos políticos, numa perspectiva não doutrinária, mas que não esgota aqui os seus focos de interesse. As artes e as letras, a cultura em geral, e todos os aspectos relevantes da vida quotidiana merecerão a nossa atenção.

 

3. É um blogue aberto a comentários, que pretende acolher e estimular, na convicção de que a interactividade com os leitores é indissociável deste meio de comunicação. Mas sem confundir a livre troca de ideias com a tolerância perante insultos ou expressões difamatórias, que não terão aqui acolhimento.

 

4. É um blogue que acredita na diversidade de ideias, sem contemporizar com extremismos de qualquer espécie, e que congrega autores oriundos de diferentes formações académicas, múltiplas áreas profissionais e várias zonas do País.

 

5. É um blogue que considera a língua portuguesa um património a defender, preservar e valorizar. E que faz da boa utilização do nosso idioma uma das suas prioridades.

 

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Entramos agora no décimo oitavo ano, com 4.398.276 visitas e 9.890.436 visualizações registadas desde a fundação. Fiéis aos valores enunciados no primeiro dia.

Gratos aos leitores que continuam a acompanhar-nos.

Entre os mais comentados


Pedro Correia,

Nos 23 destaques feitos pelo SAPO em Dezembro, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesses dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu 23 menções ao longo do mês. Fazendo o pleno, uma vez mais.

Incluindo onze textos na primeira posição do pódio, nove na segunda e um na terceira.

 

Os 23 postais foram estes, por ordem cronológica:

 

Pensamento da semana (112 comentários, segundo mais comentado do dia)

Espíritos de outros Dezembros (49 comentários, o mais comentado do dia)    

Béu-béus em vez de bebés (120 comentários, o mais comentado do dia)

Perturbo, logo existo (32 comentários, segundo mais comentado do dia)

O mundo que a Inteligência Artifical está a criar (68 comentários, segundo mais comentado do fim-de-semana)

Pensamento da semana (85 comentários, o mais comentado do dia)

O que eles disseram de olhos nos olhos (5) (20 comentários)

Nem um (60 comentários, o mais comentado do dia)

Tugal (86 comentários, o mais comentado do dia)

Adeus, Princesa (54 comentários, segundo mais comentado do fim-de-semana)

Pensamento da semana (60 comentários, o mais comentado do dia)    

“Estupidez artificial” (36 comentários, terceiro mais comentado do dia)

O ministro da Educação e as residências universitárias (48 comentários, segundo mais comentado do dia)

Os derrotados (54 comentários, segundo mais comentado do dia)

Livros para a Lareira (128 comentários, o mais comentado do fim-de-semana)

Pensamento da semana (78 comentários, o mais comentado do dia)  

O que eles disseram de olhos nos olhos (10) (46 comentários, o mais comentado do dia)

Mais respeito, menos ódio (31 comentários, segundo mais comentado do dia)

Angst essen Seele auf (21 comentários, segundo mais comentado do dia)

O mundo está perigoso (56 comentários, o mais comentado do fim-de-semana)

Pensamento da semana (138 comentários, segundo mais comentado do dia)

Co-parentalidade (100 comentários, o mais comentado do dia)

A culpa é do Costa  (12 comentários)

 

Com um total de 1496 comentários nestes textos. Da Maria Dulce Fernandes, do Paulo Sousa, do José Pimentel Teixeira, da Cristina Torrão, do Luís Menezes Leitão, do Sérgio de Almeida Correia e de mim próprio.

Fica o agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar.

Entre os mais comentados


Pedro Correia,

Nos 20 destaques feitos pelo SAPO em Novembro, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesses dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu 20 menções ao longo do mês. Fazendo o pleno, uma vez mais.

Incluindo onze textos na primeira posição do pódio, seis na segunda e três na terceira.

 

Os 20 postais foram estes, por ordem cronológica:

 

Pensamento da semana (52 comentários, terceiro mais comentado do dia) 

Diz que é uma espécie de jornalismo (66 comentários, o mais comentado do dia)    

Expressões que detesto (16) (72 comentários, o mais comentado do dia)

Fé num milagre (50 comentários, o mais comentado do dia)

Belles toujours (34 comentários, terceiro mais comentado do fim-de-semana)

Pensamento da semana (53 comentários, terceiro mais comentado do dia)

Contra o discurso do ódio (30 comentários, segundo mais comentado do dia)

Expressões que detesto (17) (30 comentários, segundo mais comentado do dia)

O que parece nem sempre é (56 comentários, o mais comentado do dia)

Cavar na trincheira, cada vez mais fundo (64 comentários, segundo mais comentado do fim-de-semana)

Pensamento da semana (74 comentários, o mais comentado do dia)    

O comentário da semana (74 comentários, o mais comentado do dia)

Ultracatólico (84 comentários, o mais comentado do dia)

Pá e pó (54 comentários, segundo mais comentado do dia)

O que eles disseram de olhos nos olhos (2) (32 comentários, segundo mais comentado do fim-de-semana)

Pensamento da semana (52 comentários, o mais comentado do dia)  

25 de Novembro, 50 anos depois (50 comentários, segundo mais comentado do dia)

O que eles disseram de olhos nos olhos (3) (58 comentários, o mais comentado do dia)

Deve ter doído (80 comentários, o mais comentado do dia)

O comentário da semana (50 comentários, o mais comentado do fim-de-semana)

 

Com um total de 1115 comentários nestes textos. Do Paulo Sousa, do leitor Lopes, do leitor João Guimarães e de mim próprio.

Fica o agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar.

Entre os mais comentados


Pedro Correia,

Nos 23 destaques feitos pelo SAPO em Outubro, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesses dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu 23 menções ao longo do mês. Fazendo o pleno, uma vez mais.

Incluindo nove textos na primeira posição do pódio, seis na segunda e três na terceira.

 

Os 23 postais foram estes, por ordem cronológica:

 

A Palestina Imaginária (41 comentários, segundo mais comentado do dia) 

Frases de 2025 (31) (22 comentários)    

Leituras (70 comentários, o mais comentado do fim-de-semana)

Pensamento da semana (60 comentários)

As rémoras dos desgraçados (50 comentários, segundo mais comentado do dia)

A minha preferência: o Nobel para Atwood (34 comentários, terceiro mais comentado do dia)

Da velhice (5) (74 comentários, o mais comentado do dia)

Belles toujours (28 comentários, terceiro mais comentado do fim-de-semana)

Pensamento da semana (146 comentários, o mais comentado do dia)

Chega, Chega, Chega, Chega, Chega, Chega, Chega, Chega, Chega. Chega (45 comentários, o mais comentado do dia)

Este homem ri de quê? (62 comentários, o mais comentado do dia)    

No Rio também há dias sem sol (24 comentários, terceiro mais comentado do dia)

Os nomes dos reis portugueses (26 comentários)

Pensamento da semana (86 comentários, segundo mais comentado do dia)

Sou bem capaz (68 comentários, o mais comentado do dia)

Assim não consegue (48 comentários, o mais comentado do dia)  

Pioneiro na democracia e no jornalismo (44 comentários)

Belles toujours (54 comentários, segundo mais comentado do fim-de-semana)

Pensamento da semana (74 comentários, segundo mais comentado do dia)

Sete meses a balões (34 comentários)

Um resquício do antigamente (44 comentários, segundo mais comentado do dia)

Frases de 2025 (35) (62 comentários, o mais comentado do dia)

Belles toujours (62 comentários, o mais comentado do fim-de-semana)

 

Com um total de 1258 comentários nestes textos. Do Paulo Sousa, da Ana Cristina, da Maria Dulce Fernandes e de mim próprio.

Fica o agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar.

Meio milhão de comentários


Pedro Correia,

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Foi há poucos minutos aqui publicado o comentário n.º 500.000. O que confirma a vocação essencial do DELITO: existe para o debate, a polémica, o confronto de ideias. Em quantidade e, tanto quanto possível, também em qualidade.

Meio milhão é número que merece registo. Justifica, só por si, a satisfação com que escrevo estas linhas – sinal inequívoco de dinamismo “delituoso”. Aliás confirmado noutros números: 4,3 milhões de visitas e quase 10 milhões de visualizações desde que iniciámos esta longa caminhada, em 2009.

É para continuar? Claro que sim. Venham daí mais comentários – outro meio milhão, a partir de agora.

Entre os mais comentados


Pedro Correia,

Nos 22 destaques feitos pelo SAPO em Setembro, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesses dias mais comentados nesta plataforma, este vosso DELITO DE OPINIÃO recebeu 22 menções. Fazendo o pleno, portanto. Isto acontece pelo 16.º mês consecutivo.

Incluindo nove textos na primeira posição do pódio, dez na segunda e um na terceira.

 

Os 22 postais foram estes, por ordem cronológica:

 

Pensamento da semana (122 comentários, o mais comentado do dia) 

Desprezível (86 comentários, o mais comentado do dia)

«Bebe muito chá de tília… ou camomila» (52 comentários, segundo mais comentado do dia)

Frases de 2025 (28) (44 comentários, segundo mais comentado do dia)

Leituras (28 comentários)

A responsabilidade política (49 comentários, o mais comentado do dia)

Se queres muito o Prémio Nobel da Paz… refunda o Departamento da Guerra (50 comentários, segundo mais comentado do dia)

Quando a mentira se torna compulsiva (70 comentários, o mais comentado do dia) 

Um grande hambúrguer (75 comentários, o mais comentado do dia)

Descubram as diferenças (44 comentários, segundo mais comentado do fim-de-semana)

Pensamento da semana (82 comentários, segundo mais comentado do dia)

Good-bye, good guy (37 comentários, segundo mais comentado do dia)

Cenas da Lusofonia em Lisboa (56 comentários, o mais comentado do dia)

Onde andam os lábios vermelhos? (14 comentários)

Duzentas e setenta e seis vezes a palavra “eu” (68 comentários, o mais comentado do dia)

Andar às arrecuas durante cinco séculos (28 comentários, terceiro mais comentado do dia)  

O país é Lisboa, o resto é paisagem (42 comentários, segundo mais comentado do dia)

Ó padrinho, queres ser meu ministro? (88 comentários, o mais comentado do dia)

Sexo na parede (38 comentários, segundo mais comentado do dia)

Da velhice (4) (48 comentários, segundo mais comentado do fim-de-semana)

O balandrau (42 comentários, o mais comentado do dia)

Literatura é feminina (50 comentários, segundo mais comentado do dia)

 

Com um total de 1213 comentários nestes textos. Do José Pimentel Teixeira, do Paulo Sousa, da Maria Dulce Fernandes, do José Meireles Graça e de mim próprio.

Fica o agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar.

Entre os mais comentados


Pedro Correia,

Nos 21 destaques feitos pelo SAPO em Agosto, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesses dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu 21 menções ao longo do mês. Fazendo o pleno, uma vez mais.

Incluindo nove textos na primeira posição do pódio, seis na segunda e quatro na terceira.

 

Os 21 postais foram estes, por ordem cronológica:

 

Always handsome (18 comentários) 

Há coisas que nunca mudam (36 comentários)    

O flagelo da droga (74 comentários, o mais comentado do dia)

Mudanças na lei laboral (29 comentários, terceiro mais comentado do dia)

Expressões que detesto (13) (24 comentários, terceiro mais comentado do dia)

Excertos de Ficção (48 comentários, terceiro mais comentado do fim-de-semana)

Pensamento da semana (64 comentários, o mais comentado do dia)

O declínio cognitivo de Joe Biden (76 comentários, segundo mais comentado do dia) 

«Um toque da toalha do bidé na rata» (110 comentários, o mais comentado do dia)

Donald Chamberlain Trump (78 comentários, o mais comentado do dia)

A CCCP no Alasca (37 comentários, o mais comentado do fim-de-semana)    

Pensamento da semana (48 comentários, terceiro mais comentado do dia)

A Constituição é «um artifício jurídico» (88 comentários, o mais comentado do dia)

Nem Sassá Mutema quer salvar a pátria (44 comentários, segundo mais comentado do dia)

Expressões que detesto (14) (30 comentários, o mais comentado do dia)

“Populares”, repórteres e teleteóricos (74 comentários, o mais comentado do fim-de-semana)  

Pensamento da semana (66 comentários, segundo mais comentado do dia)

«I could shoot somebody and I wouldn’t lose any voters» (44 comentários, segundo mais comentado do dia)

Telemóvel Cabral, mando-te ao mercado (44 comentários, o mais comentado do dia)

Frases de 2025 (26) (58 comentários, segundo mais comentado do dia)

Frases de 2025 (27) (34 comentários, segundo mais comentado do fim-de-semana)

 

Com um total de 1128 comentários nestes textos. Do José Pimentel Teixeira, da Cristina Torrão, do Paulo Sousa, da Maria Dulce Fernandes e de mim próprio.

Fica o agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar.

Entre os mais comentados


Pedro Correia,

Nos 23 destaques feitos pelo SAPO em Julho, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesses dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu 23 menções ao longo do mês. Fazendo o pleno, uma vez mais.

Incluindo sete textos na primeira posição do pódio, oito na segunda e sete na terceira.

 

Os 23 postais foram estes, por ordem cronológica:

 

A candidatura presidencial do PCP (35 comentários, segundo mais comentado do dia) 

Conflito de gerações (38 comentários, terceiro mais comentado do dia)    

Sócrates no lugar certo: o banco dos réus (54 comentários, o mais comentado do dia)

Sócrates em tribunal (32 comentários, terceiro mais comentado do fim-de-semana)

É urgente desnazificar a Rússia (86 comentários, segundo mais comentado do dia)

Pensamento da semana (58 comentários, segundo mais comentado do dia) 

Em ritmo de caracol cansado (34 comentários, segundo mais comentado do dia)

Nove anos depois do Europeu (50 comentários, terceiro mais comentado do dia) 

As velhas cinquentinhas (27 comentários, terceiro mais comentado do fim-de-semana)

Pensamento da semana (108 comentários, o mais comentado do dia)

«A galinha colocou ovos» (52 comentários, segundo mais comentado do dia)    

Infra-herói (72 comentários, o mais comentado do dia)

Desta vez serás tu, Rui Borges (18 comentários, terceiro mais comentado do dia)

O Abdulzinho (36 comentários, segundo mais comentado do fim-de-semana)

Pensamento da semana (50 comentários, segundo mais comentado do dia)

Como as coisas mudam (70 comentários, o mais comentado do dia)  

O 25 de Abril não se fez para isto (40 comentários, segundo mais comentado do dia)

Mais “inverdades” na ementa (32 comentários, o mais comentado do dia)

Reflexão do dia (32 comentários)

Pensamento da semana (84 comentários, o mais comentado do dia)

Estranhos companheiros de percurso (18 comentários, terceiro mais comentado do dia)

Lápis L-Azuli (34 comentários, o mais comentado do dia)

Expressões que detesto (12) (26 comentários, terceiro mais comentado do dia)

 

Com um total de 1088 comentários nestes textos. Do José Pimentel Teixeira, do Paulo Sousa, do José Meireles Graça, da Maria Dulce Fernandes e de mim próprio.

Fica o agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar.

Entre os mais comentados


Pedro Correia,

Nos 21 destaques feitos pelo SAPO em Junho, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesses dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu 21 menções ao longo do mês. Fazendo o pleno, uma vez mais.

Incluindo cinco textos na primeira posição do pódio, cinco na segunda e cinco na terceira.

 

Os 21 postais foram estes, por ordem cronológica:

 

Elevação e desprendimento (23 comentários) 

Nem uma unha encravada (42 comentários, segundo mais comentado do dia)    

Obviamente (24 comentários, terceiro mais comentado do dia)

Pantalhas presidenciais (32 comentários, terceiro mais comentado do dia)

Indignidade moral (34 comentários, segundo mais comentado do fim-de-semana)

Estamos ao serviço do estado a que isto chegou (25 comentários, terceiro mais comentado do dia) 

Hino, Camões, 10 de Junho (74 comentários, o mais comentado do dia)

TUDO É TABU: ecos do meu livro (24 comentários) 

Misoginia comunista e socialista (24 comentários)

No tempo em que os carros não falavam (16 comentários)

Pensamento da semana (66 comentários, segundo mais comentado do dia)    

Dez livros para comprar na Feira (16 comentários)

Lápis L-Azuli (11 comentários)    

O labrego (48 comentários, segundo mais comentado do dia)

Antes a surdez do que tal sorte (32 comentários, terceiro mais comentado do fim-de-semana)

Pensamento da semana (128 comentários, o mais comentado do dia)  

Ele não acerta uma (26 comentários, segundo mais comentado do dia)

Humor (35 comentários, o mais comentado do dia)

A sinistra tirania dos aiatolas (58 comentários, o mais comentado do dia)

Execrável (64 comentários, o mais comentado do fim-de-semana)

Pensamento da semana (14 comentários, terceiro mais comentado do dia)

 

Com um total de 812 comentários nestes textos. Do Paulo Sousa, da Maria Dulce Fernandes, do Sérgio de Almeida Correia e de mim próprio.

Fica o agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar.

Entre os mais comentados


Pedro Correia,

Nos 22 destaques feitos pelo SAPO em Maio, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesses dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu 22 menções ao longo do mês. Fazendo o pleno, uma vez mais.

Incluindo seis textos na primeira posição do pódio, sete na segunda e quatro na terceira.

 

Os 22 postais foram estes, por ordem cronológica:

 

A primeira derrota de Donald Trump (16 comentários, terceiro mais comentado do dia) 

Wag the Dog II (74 comentários, segundo mais comentado do fim-de-semana)    

Pensamento da semana (22 comentários)

Não se enxerga (18 comentários) 

Uma obra de arte em 120 minutos (19 comentários, segundo mais comentado do dia)   

Frases de 2025 (16) (16 comentários)  

Votar sem reflectir (68 comentários, terceiro mais comentado do fim-de-semana)   

O novo pároco da minha terra (27 comentários) 

Extrema-esquerda pseudo-ambientalista (64 comentários, o mais comentado do dia)

Talvez o maior político do nosso tempo (62 comentários, o mais comentado do dia)   

Refluxo (40 comentários, segundo mais comentado do dia) 

Lápis L-Azuli (50 comentários, terceiro mais comentado do fim-de-semana)  

Pensamento da semana (112 comentários, segundo mais comentado do dia)    

Amores e ódios de Ana Gomes (36 comentários, segundo mais comentado do dia)

A Mortágua (60 comentários, o mais comentado do dia)   

PS há dois meses: prenúncio do pesadelo (48 comentários, o mais comentado do dia)  

Bolonha: torres, arcadas e muito charme (54 comentários, o mais comentado do fim-de-semana)

Notas soltas (41 comentários, terceiro mais comentado do dia)

Tem tudo para entrar na História (30 comentários)

Mania de meterem o Salazar em tudo (36 comentários, o mais comentado do dia)

A insuportável birra do derrotado (84 comentários, segundo mais comentado do dia)

Ela ri de quê? (64 comentários, segundo mais comentado do fim-de-semana)

 

Com um total de 1041 comentários nestes textos. Da Maria Dulce Fernandes, do Paulo Sousa, do João André, da Ana Cristina e de mim próprio.

Fica o agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar.

PS há dois meses: prenúncio do pesadelo


Pedro Correia,

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É fácil, demasiado fácil, fazer o totobola à segunda-feira. Sorrio ao ver alguns sábios surgidos por aí com certezas adquiridas sobre a eleição parlamentar de 18 de Maio – depois de ela ter acontecido. 

Ainda com um sorriso, lembro as notas que aqui deixei em tempo útil sobre o comportamento errático de Pedro Nuno Santos, líder sem talento nem capacidade para segurar o leme do PS. Foi a 25 de Março, na sequência imediata da eleição regional na Madeira – outra estrondosa derrota do efémero caudilho socialista.

Permitam-me a autocitação nos parágrafos que se seguem. Dois meses decorridos, creio vir muito a propósito.

 

Escrevi isto:

«A 18 de Maio a maioria dos eleitores portugueses penalizará os partidos que a 11 de Março chumbaram a moção de confiança apresentada pelo Governo na Assembleia da República.

Por motivos diversos que passo a resumir.

Sentem mais dinheiro de salários e pensões no bolso, foram aliviados na carga fiscal, viram 17 carreiras da administração pública requalificadas e valorizadas – professores, militares, diplomatas, polícias, bombeiros, médicos, enfermeiros, guardas prisionais, oficiais de justiça… Mas também encaram com maus olhos o derrube de um Executivo que estava apenas há onze meses em funções, sem conseguir provar o que verdadeiramente vale, e já desistiram de deslindar o enredo da Spinumviva, variante da telenovelização mexicana do famigerado “caso das gémeas”, agitada pelo Chega, com a comunicação social atrás, para no fim dar em nada. Serviu apenas para este partido, no tom boçalóide que o caracteriza, urrar contra o Presidente da República, a quem chama «traidor à pátria», enquanto hoje berra contra o «corrupto» Luís Montenegro.»

 

E mais isto:

«Para o triunfo eleitoral, Pedro Nuno Santos dispõe de via mais estreita do que Montenegro. Votou demasiadas vezes ao lado de André Ventura na AR. Teve um desempenho controverso e contestável como ministro – em questões tão diversas como a indemnização a uma ex-administradora da TAP e a localização do aeroporto. E tem sido incapaz de evitar fracturas no seu partido, como ficou patente nas recentes críticas de Fernando Medina e Pedro Siza Vieira ao voto do PS na moção de confiança.

Talvez mais tarde se diga que a eleição na Madeira funcionou como prenúncio. Não tardaremos a saber.»

 

Prefiro assim. Pronunciar-me antes, com os cenários todos em aberto. «Prever» o que já aconteceu não tem a menor graça.

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Pedro Correia,

Nos 22 destaques feitos pelo SAPO em Abril, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesses dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu 22 menções ao longo do mês. Fazendo o pleno, uma vez mais.

Incluindo seis textos na primeira posição do pódio, nove na segunda e quatro na terceira.

 

Os 22 postais foram estes, por ordem cronológica:

 

Penso rápido (111) (38 comentários, segundo mais comentado do dia) 

Sugestões de novos cartazes ao Chega (40 comentários, segundo mais comentado do dia)    

Uma das figuras icónicas do nosso tempo (56 comentários, o mais comentado do dia)

Lápis L-Azuli (44 comentários, segundo mais comentado do fim-de-semana) 

Pensamento da semana (80 comentários, segundo mais comentado do dia)   

Diário de viagem: Capítulo 3 (32 comentários)  

Assim escrevia Vance em 2017 (60 comentários, segundo mais comentado do dia)   

Frases de 2025 (14) (42 comentários, segundo mais comentado do dia) 

Lápis L-Azuli (27 comentários)     

Pensamento da semana (32 comentários, terceiro mais comentado do dia)

Indignidade moral (78 comentários, o mais comentado do dia)   

Especiarias e condimentos na Bíblia (1) (56 comentários, o mais comentado do dia) 

Especiarias e condimentos na Bíblia (2) (44 comentários, segundo mais comentado do dia)    

Especiarias e condimentos na Bíblia (3) (30 comentários)

«Sou apenas um passo» (32 comentários, segundo mais comentado do dia)   

Leitura recomendada (26 comentários, terceiro mais comentado do dia)  

Lápis L-Azuli (15 comentários, terceiro mais comentado do dia)  

Pensamento do dia (34 comentários, terceiro mais comentado do dia)

Polémica tuga sobre o luto pelo Papa (30 comentários, o mais comentado do fim-de-semana)

Pensamento da semana (30 comentários, segundo mais comentado do dia)

O apagão (62 comentários, o mais comentado do dia)

«Às escuras» em pleno dia de sol (110 comentários, o mais comentado do dia)

 

Com um total de 998 comentários nestes textos. Da Maria Dulce Fernandes, do João Sousa e de mim próprio.

Fica o agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar.

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Pedro Correia,

Nos 22 destaques feitos pelo SAPO em Março, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesses dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu 22 menções ao longo do mês. Fazendo o pleno, portanto.

Incluindo cinco textos na primeira posição do pódio, seis na segunda e seis na terceira.

 

Os 22 postais foram estes, por ordem cronológica:

 

O cerco a Zelenski na Sala Oval (86 comentários, segundo mais comentado do fim-de-semana) 

Aumenta a azia do major-general (reformado) (64 comentários, terceiro mais comentado do dia)  

Aos detentores de contas na rede X (42 comentários, terceiro mais comentado do fim-de-semana) 

Trumpofobia e trumpofilia (68 comentários, terceiro mais comentado do dia)  

Vão-se fundindo (40 comentários, o mais comentado do dia)   

São Violas, mas não os mesmos (35 comentários)  

Que diferença entre Roosevelt e Trump… (46 comentários, segundo mais comentado do dia)   

Tudo ao contrário (30 comentários, terceiro mais comentado do dia)   

Quatro em cinco anos e sete meses (68 comentários, segundo mais comentado do dia)  

P***n e T***p (36 comentários)     

Patrícios e Plebeus (28 comentários)  

Cancelamentos de Trump (49 comentários, terceiro mais comentado do dia)   

A simetria (58 comentários, segundo mais comentado do dia)   

Príncípios, ideais, valores (64 comentários, segundo mais comentado do dia)    

Sempre com Moscovo, nunca com Kiev (78 comentários, o mais comentado do dia)  

Esse dia chegou. Foi ontem. (72 comentários, o mais comentado do fim-de-semana)   

Pensamento da semana (26 comentários)  

E se as pensões em Portugal fossem geridas por um sucedâneo da dona Branca? (64 comentários, o mais comentado do dia)  

Este cartaz é um enorme tiro no pé (70 comentários)   

Trump já encontrou a sua Ucrânia (28 comentários, terceiro mais comentado do dia)

Lápis L-Azuli (71 comentários, segundo mais comentado do fim-de-semana)

Pensamento da semana (78 comentários, o mais comentado do dia)

 

Com um total de 1201 comentários nestes textos. Do Paulo Sousa, do José Meireles Graça, da Cristina Torrão, da Maria Dulce Fernandes e de mim próprio.

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Pedro Correia,

Nos 20 destaques feitos pelo SAPO em Fevereiro, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesses dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu 20 menções ao longo do mês. Fazendo o pleno, portanto.

Incluindo quatro textos na primeira posição do pódio, cinco na segunda e seis na terceira.

 

Os 20 postais foram estes, por ordem cronológica:

 

Lápis L-Azuli (30 comentários) 

Pensamento da semana (52 comentários, terceiro mais comentado do dia)  

Os três almirantes (78 comentários, segundo mais comentado do dia)  

Penso rápido (110) (70 comentários, terceiro mais comentado do dia)  

Palácio de Belém; um reduto da misoginia (74 comentários, segundo mais comentado do dia)   

Conversa de café (79 comentários, terceiro mais comentado do fim-de-semana)     

Pensamento da semana (64 comentários, terceiro mais comentado do dia)   

Tertúlia (21 comentários)     

O poder no feminino (82 comentários, terceiro mais comentado do dia)     

Recordar é viver (40 comentários)  

Então o Vance… (123 comentários)     

Uma nova (des)ordem mundial (37 comentários)  

O ditador Putin e o amigo americano (70 comentários, o mais comentado do dia)   

Sobre o expansionismo russo e a defesa europeia: a importância de saber pensar (84 comentários, segundo mais comentado do dia)   

Afinal quem é que «abana a cauda»? (82 comentários, o mais comentado do dia)    

Quando a realidade parece ultrapassar a ficção (67 comentários, segundo mais comentado do fim-de-semana)  

Pensamento da semana (82 comentários, o mais comentado do dia)   

TRUMPUTIN (118 comentários, o mais comentado do dia)  

Frases de 2025 (6) (41 comentários, terceiro mais comentado do dia) 

O Insustentável Peso da Vida… (86 comentários, segundo mais comentado do dia)   

 

Com um total de 1380 comentários nestes textos. Do Paulo Sousa, da Maria Dulce Fernandes, do José Meireles Graça, da Cristina Torrão, do João André e de mim próprio.

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2024: o meu ano em doze imagens


Pedro Correia,

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Janeiro: Praia Grande, Sintra

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Fevereiro: comício da IL no Cineteatro Capitólio, Lisboa

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Março: missa de Domingo de Ramos, Lisboa

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Abril: Hotel Vila Galé, Ericeira

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Maio: estádio José Alvalade (Sporting campeão)

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Junho: campo de tiro da Força Aérea, concelho de Benavente

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Julho: lançamento do livro Tudo é Tabu, Lisboa

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Agosto: praia de Samil, em Vigo (Galiza)

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Setembro: Figueira da Foz

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Outubro: Trafaria, à beira-Tejo

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Novembro: Palácio do Marquês de Pombal, Oeiras

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Dezembro: Portas do Sol, em Santarém, entre Natal e Ano Novo

Entre os mais comentados


Pedro Correia,

Nos 22 destaques feitos pelo SAPO em Janeiro, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesses dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu 22 menções ao longo do mês. Fazendo o pleno, portanto.

Incluindo dois textos na primeira posição do pódio, dois na segunda e oito na terceira.

 

Os 22 postais foram estes, por ordem cronológica:

 

A discriminação efectuada pela PSP (24 comentários, terceiro comentário do dia) 

O que podereis fazer pela vossa cidade? (58 comentários, terceiro mais comentado do dia) 

Os três primeiros (56 comentários)    

Pensamento da semana (42 comentários, terceiro mais comentado do dia)  

Charlie Hebdo; uma chacina com dez anos (26 comentários)  

O meu fim de ano – II (19 comentários)  

Dez regimes execráveis (1) (20 comentários, terceiro mais comentado do dia)   

Lápis L-Azuli (33 comentários)   

Pensamento da semana (80 comentários, terceiro mais comentado do dia)  

Expressões que detesto (6) (20 comentários, terceiro mais comentado do dia)   

Um exemplo que não seguimos (23 comentários)  

Fora de combate (36 comentários, segundo mais comentado do dia)    

PS, o Partide Socialiste (31 comentários)  

Houve duas oportunidades para a paz (19 comentários)   

Todo um programa (80 comentários, o mais comentado do dia)    

Chegar a comandante sem fazer recruta (58 comentários, segundo mais comentado do dia)    

Frau Flick (38 comentários)   

Churchill: um herói do século XX (36 comentários)    

Pensamento da semana (36 comentários)  

Frases de 2025 (2) (106 comentários, o mais comentado do dia)   

Latim: língua morta? (60 comentários, terceiro mais comentado do dia)   

Disparo sem pólvora (52 comentários, terceiro mais comentado do dia)   

 

Com um total de 953 comentários nestes textos. Do Paulo Sousa, do José Pimentel Teixeira, da Maria Dulce Fernandes, do Luís Naves, da Cristina Torrão e de mim próprio.

Fica o agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar.