Os maus servem para fazer os bons ainda melhores.
Este pensamento acompanha o DELITO DE OPINIÃO durante toda a semana
Os maus servem para fazer os bons ainda melhores.
Este pensamento acompanha o DELITO DE OPINIÃO durante toda a semana
Nos mesmos jornais e nas mesmas televisões onde abundam diatribes contra a «extrema-direita populista», aparecem palradores e bitaiteiros a evacuar lamúrias perante a putativa «putrefacção do regime», a gemer porque «as instituições agonizam» e a jurar entre soluços que «a democracia está em coma».
São os idiotas úteis do Chega. Com frases como aquelas, vão levando a água ao moinho de André Ventura. Embora se afirmem de sinal contrário.
Este pensamento acompanhou o DELITO DE OPINIÃO durante toda a semana
Quando oiço as habituais críticas de compatriotas a Cristiano Ronaldo, interrogo-me sempre como estaria Portugal se tivéssemos um CR7 em cada área, em cada sector, em cada parcela do País. Muito para além do futebol.
Alguns dos que mais o odeiam são até capazes de dizer que estaríamos pior. O ódio é sempre assim: cego. Ou vesgo, na melhor das hipóteses.
Este pensamento acompanhou o DELITO DE OPINIÃO durante toda a semana
Em Portugal, país dos perpétuos atrasos, usamos e abusamos da redundância “já agora”. Palavras que servem para camuflar factos, à semelhança do que sucede com tantas outras.
Este pensamento acompanhou o DELITO DE OPINIÃO durante toda a semana
As bandeiras já recolheram: o nosso patriotismo tem a dimensão de um relvado de futebol.
Este pensamento acompanhou o DELITO DE OPINIÃO durante toda a semana
Sempre me fez alguma confusão haver quem chame ditadura a uma democracia e democracia a uma ditadura.
Este pensamento acompanhou o DELITO DE OPINIÃO durante toda a semana
Nenhum direito é absoluto. Mas a liberdade de expressão anda muito perto disso. E a liberdade de expressão de um deputado, falando na sala de sessões do parlamento, deve ser tendencialmente irrestrita. Só isso dá sentido à imunidade parlamentar como conceito jurídico e político. Incomode quem incomodar.
Este pensamento acompanhou o DELITO DE OPINIÃO durante toda a semana
Andamos o tempo todo a tropeçar em eufemismos, induzidos em larga medida por canais noticiosos que evitam chamar as coisas pelos seus nomes. Agora, por exemplo, ninguém morre: limita-se a “partir”. Como se fosse num cruzeiro às Maldivas.
Este pensamento acompanhou o DELITO DE OPINIÃO durante toda a semana
Não há coincidências. Aquilo a que costumamos chamar coincidência é outra coisa qualquer, nem sempre captável pelo nosso entendimento ou pelos nossos sentidos.
Este pensamento acompanhou o DELITO DE OPINIÃO durante toda a semana
O ser humano define-se por aquilo que vai fazendo. Somos aquilo que fazemos. Parar de fazer é parar de viver.
Este pensamento acompanhou o DELITO DE OPINIÃO durante toda a semana
A ética jornalística consiste na permanente procura da verdade com a noção antecipada de que não existem verdades absolutas. O jornalista tem o dever deontológico de contrariar a propaganda, de desmascarar falsidades, de combater a mentira. Só assim cumpre realmente a sua função.
Este pensamento acompanhou o DELITO DE OPINIÃO durante toda a semana
Uma liderança que só conta com incondicionais e troca a unidade pela unicidade é uma liderança frágil. E condenada a prazo.
Este pensamento acompanhou o DELITO DE OPINIÃO durante toda a semana
Informação e notícia não são sinónimos exactos. Informação implica formação, a montante e a jusante. Sem jornalistas continuaremos a ter notícias de todo o tipo. Mas deixaremos de ter informação.
Este pensamento acompanhou o DELITO DE OPINIÃO durante toda a semana
Não haverá paz na Europa sem uma Ucrânia forte e soberana.
Este pensamento acompanhou o DELITO DE OPINIÃO durante toda a semana
Uma democracia sem jornalismo – forte, vigilante, incómodo – está condenada à exaustão ou à irrelevância. E não se presuma que o combate pelo direito à informação é tarefa exclusiva dos jornalistas: esse combate só terá êxito se for uma exigência permanente da cidadania.
Este pensamento acompanhou o DELITO DE OPINIÃO durante toda a semana
A internet promoveu a verdadeira “revolução socialista” do mundo actual. Destruindo todas as hierarquias em nome da igualdade. Atrás dum ecrã digital, o génio e o imbecil ficam equiparados.
Este pensamento acompanhou o DELITO DE OPINIÃO durante toda a semana
A democracia plenamente civilista, libertada de amarras militares, só existe em Portugal desde 1982, quando foi extinto o Conselho da Revolução. Em 2032 haverá, portanto, nova efeméride de meio século para festejar.
Este pensamento acompanhou o DELITO DE OPINIÃO durante toda a semana
A sorte conquista-se, constrói-se. Dá muito trabalho. Prefiro sempre usar a palavra mérito em vez da palavra sorte. Experimentem usar mérito ou competência no lugar da palavra sorte. Não é uma simples questão semântica: há toda uma filosofia de vida subjacente às palavras que escolhemos.
Este pensamento acompanhou o DELITO DE OPINIÃO durante toda a semana
Oitenta anos de conquistas civilizacionais com vista à limitação dos instintos bélicos pela lei internacional e por elementares padrões da decência humana têm estado a ser estilhaçados nos últimos 15 meses por aquele que se imagina Imperador do Mundo. Mas não só por ele: também pelo abjecto séquito de vassalos que lhe alimentam o ego e o incentivam a atingir novos patamares de indecência.
Este pensamento acompanhou o DELITO DE OPINIÃO durante toda a semana