1. Quando deixará Sócrates de insultar os entrevistadores, enxovalhar os críticos (“indivíduos que me injuriaram”) e usar de uma altivez insuportável na exposição dos seus argumentos?
2. Quando é que Sócrates apresenta um verdadeiro plano de combate à crise que vá além da distribuição de uns escassos subsídios anunciados a conta-gotas?
3. Será que Sócrates compreende que o “caso Freeport”, na sua vertente “política”, não gira à volta do licenciamento daquela coisa abstrusa, mas sim em torno de um processo no qual o seu nome persiste em surgir associado a actos de corrupção e abuso de poder?
4. Alguma vez ouviram um primeiro-ministro enunciar publicamente uma lista de jornalistas “maus/inimigos” (TVI) e “bons/amigos” (João Marcelino)? Alguém acha este comportamento reprovável – para não dizer vergonhoso?
5. Depois de insistir na ideia de que “carrega às costas uma cruz”, será que o primeiro-ministro ficará conhecido na história como “Sócrates, o Cristo tuga”?

Eu desconhecia por completo que Sócrates andava numa bicicleta e Cavaco noutra. Sempre julguei que tivessem direito cada um a um BMW.
Nunca mais é sexta.
Quando chegam as 20:00 fico todo contente e não é por mais nada: é só por saber que ao Sócrates quase lhe dão apoplexias semanais.
I Parte
A inconsciência governativa
aliada à sua natural incompetência,
resulta numa política pouco efectiva
baseada numa ridícula prepotência!
Pelas estrelas orientado
na elaboração de fantasias,
este (des)Governo desorientado
propagandeia hipocrisias!
Ao escutar estas informações
o mexilhão fica preocupado,
para agravar temos as afirmações
deste (des)Governo sincopado!
II Parte
Com o país a arder
ateado pelo (des)Governo socialista,
pois esta gente do poder
desenvolve uma política miserabilista.
O povo não pode ficar calado
perante o descalabro irracional,
o mal-estar está instalado
no bem-estar nacional.
O mexilhão expectante
não pode ficar paralisado,
o momento é importante
para o país ser analisado!
Os «argumentos» de Sócrates não são argumentos: são verdades insofismáveis.
Até mesmo estrebuchar, como foi evidente nesta entrevista, Sócrates faz com arrogância: uma espécie de fuga em frente, matando todos pelo caminho para não ir sozinho. Impressiona-me tanta falta de humildade e de tacto, e acho que lhe vai sair muito cara esta colecção de inimigos que tem feito desde que está no poder. Os tais das cabalas e das campanhas negras.
atão e ninguém fala do “no way jose” saído hoje no DN, o artigo jornalístico mais esclarecedor que me foi dado ler desde que o Gutenberg inventou a tipografia?
Pergunta: é mesmo para responder? Hmm…
Ouvi dizer que o zângão (http://postaisdebxl.blogspot.com/2009/04/zangao-rezingao.html) ensaiou umas ameaças veladas à Judite. Ó ó ó Judite, olha que eu já processei 26 jornalistas, vê lá se queres ser a seguinte na lista …