…ao que a Ana Vidal escreveu anteriormente, podem conferir este peculiar exemplo. Uma trampa autêntica, se querem a minha opinião.
Como complemento…
José Gomes André,
…ao que a Ana Vidal escreveu anteriormente, podem conferir este peculiar exemplo. Uma trampa autêntica, se querem a minha opinião.
…pá…, gostei da ‘quatrelle’…
aliás, gosto. Tenho uma.
Os meus filhos também, Margarida: cada um tem a sua, e adoram. 🙂
Ó Ana…, mas uma miniatura, presumo!?
Hã?!
Eu tenho uma ‘à séria’! Com vinte maravilhosos anos! E amarela! Fantástica para se descobrir no estacionamento!
E impressionantemente eficaz contra o ‘carjacking’!!
É lindona! Amo-a de paixão!
Nada de miniaturas… o pai deles é vidrado em quatrelles e deu uma a cada um, restauradas a preceito. Uma azul escura e outra branca, com os estofos de xadrez e tudo. Também lhes acho piada, mas são muito desconfortáveis. 🙂
Noooooooooo!!!!!
No way!!!!!!
…Ana…, eu imaginava que a minha amiga teria aí uns… vinte e poucochinhos aninhos…
‘filhos’?! ‘filhos’ com ‘carta’?!
NO!!!!!!!
ai…
Outra coisa (ainda estou em choque, mas acho que conisgo resistir…)…
As Quatrelles são muito confortáveis!
MUITO!
CONFORTÁVEIS!
ai!…
Tem ‘chauffage’, tem rádio com cassetes (lindas, gravadas nos anos oitenta!), tem uns estofos ‘maneiros’, tem uma suspensão que tomaram muitos aviões!
ai!
(ó ana, aquela boca da Mad sober a mana não ei quê a anatomia não sei que mais… era com a menina?!?!!?)
… estou em transe…
Lamento decepcioná-la, Margarida, mas os meus vinte aninhos já lá vão há… bué! Onde é que foi buscar essa ideia peregrina? 🙂
(a boca da Mad não li… já lá vou ver)
Mau. Muito mau. Desde a letra adulterada ao sorrisinho totalmente descabido, de quem não sente o que canta, passando pelo flagrante homicídio da melodia de Alain Oulman. Hoje em dia pretende-se reduzir tudo na música a um ‘video clip’. Ou há ‘video clip’ ou não há nada. Mas a música nada tem a ver com isso. E Amália não mora aqui.
Obrigada pelo reforço, José. Isto não é uma gaivota, é um corvo (ou nem isso, coitado do corvo).
Talvez mais o abutre. Que aguardava o momento para se abotoar com os restos.
É isso mesmo… uma ave de rapina.