«(…) Os três agentes policiais elaboraram um auto no qual afirmam terem apreendido os livros (…)»
(Lusa, in Público Última Hora.)
«(…) Os três agentes policiais elaboraram um auto no qual afirmam terem apreendido os livros (…)»
(Lusa, in Público Última Hora.)
Lá do fundo do mar
o mexilhão também é peremptório,
esta mentalidade é de lastimar,
sendo pestífero e notório!
J.C., lembra-se do ” prontuário ambulatório ” ? 🙂
Claro.
João, já não me lembro bem, mas este «recurso estilístico» é usado por diversas vezes ou no romance «Codex 632» ou no romance «A Filha do Capitão».
António, este erro está de tal forma vulgarizado – vá lá saber-se porquê – que já se tornou comum entre autores e tradutores da nossa praça.
Como se já não bastasse a verdadeira calinada que é a apreensão do livro pelos motivos invocados, vem ainda o Público confirmar, agora por escrito, o mesmíssimo erro que a Alberta Marques Fernandes havia dito há dias num jornal televisivo e que também aqui comentamos. Enfim, a gente ensina, ensina, mas eles num aprende…
‘E. Parece que são tudo pretos…