Quando Miguel Vale de Almeida, do Jugular, não sabia «como é que um ser humano normal se sujeita a ir ao programa de Fátima Campos Ferreira» (aqui), também não sabia como é que ele mesmo se sujeitaria a ir ao mesmo programa dias depois. Não sabia, mas agora já sabe: basta ser convidado, aceitar o convite e comparecer a horas, como se viu.
O caso podia ser considerado uma anormalidade, lá isso podia, mas valeu-lhe a opinião insuspeita de João Galamba, outro ser igualmente humano e igualmente do Jugular (aqui): «O Miguel esteve mais do que irrepreensível: ele pôs as coisas nos termos que verdadeiramente importam.»
Moral da história: para um peixe não morrer pela boca é preciso que haja simultaneamente um opinador tolerante no mesmo aquário e, sobretudo, o peixe ser mais do que irrepreensível. Quer dizer: ele pode não saber isto e aquilo, mas tem de saber nadar em todas as direcções — em todas as águas…
(As cores deste aquário são da nossa responsabilidade e apenas servem para fazer bem aos olhos; não servem para lavar estados de alma.)

(fino sentido de humor este) Caro João .. digo eu baixinho e fixando o meu globo onde nadam felizes dois peixinhos vermelhos. 😉
São casados? São do mesmo sexo?
(risota) e eu sei lá ver isso .. ! Mas dão-se lindamente, asseguro.
Foi-se meter com os fracturantes… Está desgraçado!
(Eu confesso que n vi o P&P porque estive a ver a Salma Hayek no Hollywood).
Ui! Que medo!
Não perdeu nada. Só ganhou.
Muito bom!
Pois: nunca digas nunca. E sobretudo deve-se pensar duas (ou três ou quatro) vezes antes de chamar anormal a outros.
Claro, compadre. Às vezes mais vale entrar mosca. Ou anzol…