Dá-me agora que ninguém vê, ó meu!


João Carvalho,

Fica o exemplo. Em tempo de crise. Depois, não se esqueçam de ficar admirados com a abstenção. Tirando esta chamada de atenção, sou incapaz de comentar a aprovação parlamentar de hoje relativa ao financiamento partidário. Porque correria o risco de escrever alguns palavrões.

16 comentários em “Dá-me agora que ninguém vê, ó meu!”

  1. ainda há uns dias tive uma “discussão” no twitter com o deputado antónio filipe, porque eu dizia que as propostas avulsas e em catadupla sobre o enriquecimento ilicito na AR era propaganda politica e ele dizia que não porque isto e aquilo, peço desculpa ,mas apetece criar um movimento anti eleitoral,ninguém ir votar, vão gozar com a familia deles.

    1. Concretiza-se o que era suposto ser absurdo: os cidadãos, que deviam estimar a democracia gerida por quem elegem, vão-se divorciando do regime pela simples razão de que os gestores da coisa pública são cada vez mais controladores dos cidadãos e cada vez mais escandalosos nos esquemas que se autoproporcionam para fugir a qualquer controlo!…

  2. Parece que já estou a ver as malas e malas carregadinhas de dinheiro a entrar pela festa do Avante adentro…

    Não me lixem.

  3. É com dinheiro vivo que “elas” se fazem.
    Cheques, transferências bancárias ou depósitos em conta deixam sempre muito rasto.
    Se o dinheiro for de proveniência duvidosa deve ser vivinho da silva.
    E eu estou varado com a “lata” dos políticos – é que têm um desplante que deixam um tipo engasgado.
    É por estas e por outras que há muito que não voto em eleição nenhuma.

  4. É isso mesmo, um convite à abstenção. E cada vez com mais razão, embora esse desinteresse jogue sempre a nosso desfavor. Esta lei é um vergonha.

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