Da série “Grandes Capas”


Pedro Correia,

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The New Yorker, 29 de Setembro

6 comentários em “Da série “Grandes Capas””

  1. É hilariante que – depois de décadas a aplicar “stop, stiffle, silence, shun, sack, banish, oust, muzzle, axe, dismiss” aos deploráveis – a intelectualidade progressista tenha descoberto que isso é mau.

    Tenho a certeza que vão conseguir comover a população em geral

    1. Os wokes, libs ou progressistas não conseguem calar (ou sequer cancelar) quem seja, sem conivência de terceiros, incluindo empresas privadas que fazem de tudo para não comprarem guerras. O Governo consegue.

  2. Votaram nisso. Nalgumas coisas, tipo Epstein, o dr Trumpet foi evasivo durante a campanha, noutras foi bem claro e explícito. Nomeadamente a posição sobre os media “lib” e deportações. Só fica surpreso quem quer.
    Hoover e McCarthy estarão orgulhosos e ao mesmo tempo desiludidos (por não terem tido tanto sucesso).

  3. Não sei qual é a admiração, a minha mulher tem um comando desses desde que nos casámos, e já lá vão mais de quarenta anos.

  4. Muito boa.
    Agora, não me parece que o POTUS Grunho se entendesse com dispositivo tão complicado, com tantas opções. Para ele só duas chegavam, “IN” e “OUT”. E dispensava também o “POWER”, não fosse fazer-lhe sombra. Ficava sempre ligado, poupava-se a energia do Primeiro Dedo.

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