Muito tem dado que falar o novo cartaz do PSD por aqui. Inspirado pelo João Espinho, fiz-lhe umas pequenas modificações. Acho que agora sim, a avaliar pelo estado de espírito de muito português, este seria o cartaz ideal para uma campanha que se quer vencedora. Mais a sério, confesso que só procurava uma justificação para colocar aqui os momentos finais da Abertura 1812 do genial Pyotr Ilyich Tchaikovsky.


genial, parabéns….
Obrigado. Não sei se está genial, mas diverti-me muito durante a sua elaboração.
Este trabalho merece ser avaliado pelo Pacheco Pereira.
Não sei. A avaliar pelas últimas fotografias que surgem no “blogue que não ouso pronunciar o nome”, Pacheco Pereira não tem muito jeito para o photoshop.
Lá isso é verdade. Parece que ele só usa o Photoshop para pôr imagens de pés para o ar. Usava. E punha.
🙂
Este ‘post’ merece 55+ na escala de situacionismo. Que horror, ousar criticar o PSD!
Criticar? Só estava a tentar ajudar. Tendo em conta os estrategas que andam a aconselhar a senhora, só tinha a ganhar com a minha ajuda. De resto, anda tudo à espera de saber quem é a figura por trás da máscara: quem é o candidato do PSD às europeias?
A avaliar pelo cartaz, será a própria Manuela Ferreira Leite.
Talvez. Não é estratégia incomum em partidos pequenos – o Paulo Portas usou-a às europeias de 1999.
Que figura por trás? Que candidato às europeias? Isso é maldade, Jorge: é o Marques Mendes; ele não está por trás, mas sim mais abaixo…
“mas sim mais abaixo…”
Hehe… e eu é que sou o malvado.
Maldoso. Maldoso foi o que eu disse. Mas se for uma reivindicação, aceito malvado. Eu é que não sou!