Excerto de um excelente texto que vos recomendo, escrito com a habitual mestria da sua autora. Mas é muito mais do que um bom texto: é um espelho, nu e cru, em que dolorosamente nos revemos. Para ler e reflectir.
Excerto de um excelente texto que vos recomendo, escrito com a habitual mestria da sua autora. Mas é muito mais do que um bom texto: é um espelho, nu e cru, em que dolorosamente nos revemos. Para ler e reflectir.
Belíssimo texto, onde também se fala da «tendência para dobrar a cerviz perante os fortes e aprumá-la perante os fracos». Sócrates, no Parlamento e não há muito tempo, já foi apontado pela oposição por ser assim. Convenhamos que está longe de ser o primeiro e não será seguramente o último. Faz parte da condição portuguesa.
a digestão está mesmo muito difícil….
Nem tudo é papa maizena, caro Assis…
Simplesmente uma das melhores autoras da blogosfera.
Também acho, Pedro. Acresce que é uma mulher de mão cheia! Sorte minha, que a tenho como amiga.
🙂
… isso tudo e de fraca não tem nada.
Ah pois é, Pedro. Sem margem para dúvidas.
Às vezes temos que ser criticamos..para abrir a pestana 🙂
***criticados …peço desculpa 🙂
As pestanas portuguesas só servem acentuar a piscadela d’olho.
É uma grande verdade, Ana.
Ana, obrigada por tanta simpatia, sua e dos seus comentadores. 🙂
É da vida que haja os que mandam e os que servem. Mas é particularmente desagradável ver servir com bajulação e sem nenhuma fidelidade a pessoas e a princípios, naquela eterna oscilação entre generais Tapiocas e generais Alcazares.
Isso é o mais irónico, Luísa: o dobrar da espinha dos bajuladores provoca invariavelmente o desprezo dos bajulados. E ninguém fica bem na fotografia…