
João Sousa: «A Bloomberg faz aqui um resumo do que foram as negociações em Bruxelas para o plano de relançamento da economia. É revelador, divertido e com o seu quê de humilhante que, nas quase 1300 palavras escritas sobre o assunto, a única referência a Portugal ou a António Costa lê-se neste pequeno parágrafo: “As the clock ticked past midnight into day four, the fiscal hawks held frantic discussions over a bowl of cherries. Portugal’s Antonio Costa sprawled out on a sofa as he waited for all the leaders to reconvene. Aides napped in the corridors.”»
Paulo Sousa: «Não fosse ele estar defendido pelo tipo da espada… e o 14 de Julho ficaria para a história como o dia em que o socialismo teria derrotado o liberalismo.»
Sérgio de Almeida Correia: «Formatar autómatos, mesmo com viagens pelo meio a Portugal, não é o mesmo que formar bons dirigentes e bons quadros técnicos, incutindo-lhes uma mentalidade e uma ética de serviço público e de verdadeiro respeito pela lei.»
Eu: «Espero sinceramente que a professora agora célebre consiga terminar nos próximos dois meses o tal livrinho que anda a ler sem entusiasmo algum – e que consiga abrir outro até ao fim do ano. Espero também que os alunos não sigam o exemplo dela. Um livro é para ler e não para ter.»

Portugal…
Cumprimentos.
João Barros da Costa
JOAO.BARROS.DA.COSTA@SAPO.PT