
Paulo Sousa: «Os habitantes dos bairros sociais abdicariam facilmente da sua “vista maravilhosa” para poderem ambicionar a que os seus filhos pudessem ter uma vida melhor que a deles. Também podia dizer-lhes que não tem médico de família, nem a dentição completa, nem aquecimento, nem férias, mas não se queixem pois têm uma “vista maravilhosa”.»
Eu: «Estes clínicos não foram eleitos para tomar decisões em nome do interesse público. É para isso que existem os governantes, sujeitos à legalidade democrática. No dia em que os médicos tomassem o poder e os políticos exercessem medicina estaríamos todos bem pior.»
