DELITO há cinco anos


Pedro Correia,

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João Pedro Pimenta: «Erdogan [é] um dos maiores incendiários do nosso tempo. Só este ano já enviou tropas para a Líbia para proteger a sua facção, reconverteu Santa Sofia, outrora a maior igreja da cristandade e nas últimas décadas um museu, em mesquita, apoiou o Azerbaijão na guerra contra a Arménia na questão do Nagorno-Karabakh invectivando os arménios de forma inaceitável (um chefe de estado turco a dizer coisas semelhantes aos arménios equivale à chanceler alemã a insultar judeus) e agora diz que Macron tem “problemas mentais” e apela ao boicote à França; ou seja, a França é atacada no seu território por extremistas gritando “Alá Akhbar” e ainda recebe ameaças deste fulano.»

 

João Sousa: «Considero a mais eloquente prova do talento de Sean Connery o facto de, apesar de ter sido o primeiro (e para muitos, incluindo este escriba, o melhor) James Bond, ter conseguido que isso fosse apenas uma das alíneas de um invejável currículo. Filmou com grandes realizadores como Sidney Lumet, Brian de Palma, Hitchcock e Spielberg. Representou um personagem de Umberto Eco.»

Um comentário em “DELITO há cinco anos”

  1. Eu até ía comentar o texto de há cinco anos do João Pedro Pimenta
    sobre o Erdogan e o texto de há cinco anos do João Sousa
    sobre o Sean Connery, mas entretanto começou o “The Daily Show”
    (T. 30 – EP. 121) na R. T. P. notícias _. O de hoje é conduzido pela
    Desi Lydic! Linda! Linda e inteligente. Áh! E excelente profissional.
    Agora já sei onde o Ricardo Araújo Pereira se foi inspirar para
    o “seu” “Isto é Gozar com Quem Trabalha” (S. I. C.). Eh! Eh! Eh!

    P. S.: O humorístico programa, “made in U. S. A.”, é anti-Trump.

    Cumprimentos.

    João Barros da Costa

    JOAO.BARROS.DA.COSTA@SAPO.PT

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