DELITO há cinco anos


Pedro Correia,

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Cristina Torrão: «Havia necessidade de ser tão duramente castigada? Quatro anos a servir de estátua, enquanto o idiota vomita disparates… Socorro, quem me tira daqui? Ó Biden, ganha lá as malditas destas eleições!»

 

Maria Dulce Fernandes: «Avó, vamos brincar? Avó?! Presente! Estava a ver as notícias. Notícias de quê? Das eleições nos Estado Unidos. O que é eleições? E agora como é que se descalça esta bota? Chama-se eleição quando, neste caso por exemplo, as pessoas escolhem um chefe para mandar no país. Tu foste com os teus pais votar nas eleições do Presidente da República, lembras-te? Acho que não, Avó. Mas sabes quem é o Presidente da República? Sei. É um homem que tira selfies

 

Paulo Sousa: «Em Julho questionei-me aqui sobre qual dos grandes projectos deste governo, o do lítio ou o do hidrogénio, iria ser o primeiro a estar envolvido em suspeitas de corrupção.»

 

Eu: «Faz-me confusão que os EUA tenham um sistema eleitoral tão anquilosado. Só há dois partidos, ambos geridos por contas milionárias, e nenhuma força política alternativa quebra este velho rotativismo – nem sequer a nível estadual.»

Um comentário em “DELITO há cinco anos”

  1. Parece ter-se aberto uma fissura funda e larga no velho rotativismo. Quem alguma vez poderia ter imaginado um muçulmano-socialista-emigrante-indiano-trintão como Presidente de Nova Iorque? Em plena Era MAGA?!! Como rosna o Sociopata Americano “Já começou…”

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