DELITO há cinco anos


Pedro Correia,

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Cristina Torrão: «A demência total legitimada por um (ainda) Presidente psicopata.»

 

João Campos: «Vale sempre a pena recordar aquela que será talvez a tira mais famosa do xkcd, um melhores webcomics ainda em actividade.»

 

José Meireles Graça: «No início do seu mandato escrevi um artigo em que previa que correria bem. Era o tempo em que se se anunciava a III Guerra Mundial e as sete pragas do Egipto que se abateriam sobre o mundo e a América. Correu bem. E acabou mal. Donald Trump não soube estar à altura da sua obra.»

 

Sérgio de Almeida Correia: «O candidato Marcelo, com todos os seus defeitos, apesar de tudo, merecia ter outro leque de convivas. Admiro-lhe o poder de encaixe, naquela sua postura evangelizante, e até um certo estoicismo na forma como recebe as críticas que lhe são dirigidas. E como ouve alguns dislates que não seriam tolerados nas mesas de matraquilhos de algumas tabernas que outrora existiam em Lisboa.»

 

Eu: «Nesta campanha, o solitário parlamentar do Chega apenas triunfará se forçar Marcelo a uma segunda volta. À falta disso, resta-lhe um prémio de consolação: conquista o Troféu Basílio Horta. Aos mais distraídos, convém recordar que o candidato da “verdadeira direita” nas presidenciais de 1991 é hoje presidente da Câmara de Sintra, eleito pelo Partido Socialista. A vida dá muitas voltas. E a geometria partidária também.»

Um comentário em “DELITO há cinco anos”

  1. Retrospectiva útil para ver o que aconteceu a partir daí.
    A História pregressa, a História intermédia, a História…
    A actualidade, que se transfomará em História.

    João Barros da Costa

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