
Helena Sacadura Cabral: «Depois de Marcelo, proto candidato, que quer fazer concorrência a Durão Barroso, eventual futuro candidato, agora vem o ex-candidato Alegre dizer o mesmo?!»
José Maria Gui Pimentel: «Esta população peculiar das Phi Phi produz, assim, um ambiente distinto, mais agradável, com a noite a trazer à ribalta um entrançado de ruelas de areia, alternando restaurantes e lojas. Os primeiros são, na sua maioria, relativamente básicos (comida local, pizas e massas, adaptadas a um orçamento backpacker), excepção feita ao peixe e marisco fresquíssimos e aos restaurantes situados literalmente à beira do mar. Por seu lado, as lojas revelam uma graça, também ela inesperada, pondo (quase) de lado os irritantes recuerdos cliché, e substituindo-os por produtos mais originais, alguns deles locais. Em suma, um destino que recomendo. O difícil, neste caso, é mesmo (só) chegar.»
Luís Menezes Leitão: «O que já se verificou é que, apesar da teimosia de alguns órgãos de comunicação social em implementar esta ortografia, a esmagadora maioria dos colunistas não a aplica. Isso não significará que esta nova ortografia não é desejada? A insistência em fazer aplicar o acordo à força parece corresponder à daqueles meninos cuja boa acção era ajudar a velhinha a atravessar a rua, mesmo quando ela não queria atravessar a rua.»
Rui Rocha: «O que pode Passos Coelho fazer? Promover o crescimento, dizem alguns enquanto põem uma velinha a São Paul Krugman. Estimular a economia, gritam outros enquanto beijam a medalhinha de São Krugman que trazem ao peito. Adoptar medidas anti-ciclicas, berram aqueles que, de joelhos, se dirigem para a capelinha das aparições de São Krugman em pleno New York Times. Pois vai-se a ver e o próprio santinho milagreiro não anda muito convencido disso.»
Eu: «Reportagem testamento de Marie Colvin em Homs, nova cidade-mártir que lhe serviu de túmulo. Palavras destinadas a abalar muitas consciências adormecidas em todos os recantos do planeta. Porque nenhum homem é uma ilha e não devemos perguntar por quem dobram os sinos. Na Síria, eles dobram por todos nós.»
