DELITO há dez anos


Pedro Correia,

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Ana Vidal: «Transcrevo aqui este delicioso texto “roubado” a um amigo brasileiro (mineiro) e dedico-o a todos os defensores do AO que acham uma boa ideia a submissão da grafia à fonética. É uma pequena amostra de como essa ideia resultaria na prática, se se impusesse a coerência de levá-la às últimas consequências. É fácil imaginar a Babel em que se transformaria o Brasil na comunicação escrita, para já não falar de todos os outros países de língua portuguesa.»

 

João Carvalho: «Paulo Pereira Cristóvão não só está indiciado de práticas ilícitas, como também está com a vida muito limitada pela determinação da Justiça de não contactar sportinguistas e o clube. Portanto, se ele quiser confessar-se, não poderá ir ao encontro do padre Vítor Melícias, que terá de manter à distância mesmo perante o segredo sagrado da confissão a que está obrigado o sportinguista franciscano.»

 

Laura Ramos: «Chamam-lhe desestatizar e modernizar. Mas é tudo treta. Querem, sim, é que trabalhemos assim: com objetivos do século XXI e motores dos anos 40.»

 

Luís Menezes Leitão: «Neste momento as minhas apostas para o fim-de-semana são as seguintes: A Grécia sai do euro (futebol) hoje e sai do euro (moeda) amanhã.»

2 comentários em “DELITO há dez anos”

  1. No Público de hoje (reservado a assinantes, contudo; e, assim sendo, exemplo das cada vez mais escassas razões para ainda assinar aquilo): Nuno Pacheco, “A eterna questão ortográfica: por que não desistimos”.

    1. Grato pela pista de leitura que aqui traz. Bastam os textos do Nuno Pacheco (e alguns outros, de que destaco Teresa de Sousa aos domingos e António Barreto aos sábados, por exemplo) para merecer esse incentivo.

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